ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

TEMER: REFORMA DA PREVIDÊNCIA VAI PARA O CONGRESSO EM DEZEMBRO






Na primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social (CDES), Conselhão, após assumir a Presidência, o presidente Michel Temer garantiu que sua proposta reforma da Previdência será enviada ao Congresso no próximo mês. Ao abrir a reunião, nesta segunda-feira, disse que a reforma é essencial para resolver o desajuste fiscal do Brasil. Ele acrescentou que a proposta vai respeitar direitos adquiridos e será pautada pelo princípio da equidade.
O ajuste fiscal só ficará de pé com a reforma da Previdência, que remeteremos ao Congresso no mês que vem, antes do fim do ano. Caso contrário, em 2024, vamos ter que fechar as portas do Brasil para balanço. Mas não proporemos uma reforma qualquer. Ela respeitará o direito adquirido e se pautará pelo princípio da equidade.

O presidente pediu aos conselheiros apoio para transmitir à sociedade a importância das medidas econômicas que precisam ser tomadas:

— Os senhores serão os agentes da governabilidade e produtores de ação entre o governo e a sociedade.

Ele criticou a forma como o governo Dilma Rousseff geriu as contas públicas nos últimos anos, gastando mais do que podia. Isso resultou na perda de confiança no país, prejudicou a atividade econômica e aumentou o desemprego, frisou. Por isso, a prioridade agora é aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que fixa um teto para os gastos públicos e, depois, as reformas da Previdência e Trabalhista.



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