ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

PREFEITOS SE ARTICULAM EM APOIO A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Diante da fragilidade política do governo e a importância da reforma da Previdência para equilibrar as contas públicas, grupos organizados da sociedade estão se articulando no Congresso em defesa da proposta. O movimento está sendo puxado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que promete apoio dos prefeitos aos deputados que votarem a favor da reforma, nas eleições no ano que vem, nos respectivos redutos eleitorais. O medo de não serem reeleitos é a principal preocupação dos deputados. Também apoiam a iniciativa o Centro de Liderança Pública (CLP), o Movimento Brasil Livre (MBL) e confederações patronais, dos setores de indústria e comércio, de olho na retomada da economia.
Com a conclusão da votação da reforma trabalhista no Congresso, as entidades prometem intensificar a atuação junto aos parlamentares. Segundo o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, os prefeitos têm muito interesse na reforma em busca de uma folga no orçamento dos municípios. O texto foi aprovado pela comissão especial em maio.

Nós apoiamos a reforma e vamos trabalhar muito pela sua aprovação, porque não há outra saída. A reforma pode desagradar aos cidadãos, mas ela é fundamental para os gestores públicos — disse Ziulkoski.



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