ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

COM CAOS NA SAÚDE, GOVERNO DO ESTADO PUBLICA DECRETO QUE PRORROGA SITUAÇÃO DE CALAMIDADE


O Governo do Rio Grande do Norte prorrogou, por mais de 180 dias, o estado de calamidade no âmbito do Sistema Estadual de Saúde (SUS). Esta é a terceira prorrogação da medida. A justificativa é de que o prazo anterior não foi suficiente para a adoção de melhorias na saúde pública estadual.


O estado de calamidade foi iniciado no dia 5 de junho de 2017. Em dezembro passado foi realizada a primeira prorrogação.


De acordo com o governo, no decreto do Diário Oficial do Estado (DOE), a renovação é necessária “para o fim de legitimar a adoção e execução de medidas emergenciais que se mostrarem necessárias ao restabelecimento do seu normal funcionamento”.





Ainda segundo o decreto, o Estado não se mostrou hábil à efetivação de todas as ações programadas para melhorias na saúde pública, que se encontram em tramitação avançada, necessitando, portanto, de um lapso maior para sua concretização, como a reformas nas unidades hospitalares, abertura de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva, o contínuo esvaziamento de pessoal, entre outras razões.


O Governo também reclama do aporte de custeio da saúde pública proveniente do suplemento financeiro das Portarias do Ministério da Saúde. A reclamação é que o repassa não é suficiente para a manutenção dos serviços em saúde.


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