ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

GOVERNO DO RN ESTUDA NOVO DECRETO DE CALAMIDADE NA SAÚDE

Com vencimento nesta semana, a situação de calamidade na Saúde do Estado, assinada em agosto de 2018, pelo então governador Robinson Faria, ainda não deve ser renovada. A informação foi confirmada pelo atual secretário de Saúde do RN, Cipriano Maia.
De acordo com ele, a gestão de Fátima Bezerra ainda avalia a necessidade de um novo decreto. Maia entende que o RN ainda enfrenta uma situação delicada na área. Contudo, estuda a possibilidade.
“Nós estamos avaliando e vamos oportunamente anunciar se há uma justificativa. Que há a calamidade, nós não temos dúvida. A questão é ‘esse decreto vai mudar alguma condição do que a gente vem tentando fazer?'”, comentou.
O secretário acrescentou ainda que um novo decreto será baseado na necessidade de conseguir melhorias para o sistema de saúde potiguar e também se for algo justificável.
“Se for necessário decreto para facilitar o aporte de recursos, nós vamos utilizar. Estamos discutindo isso, mas não vamos utilizar de forma vã, sem que tenha justificativa”, finalizou.
À época, o governador Robinson Faria publicou o decreto sob justificativa de que a crise financeira fez com que a população abandonasse os planos de saúde e recorresse aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o ex-chefe do Executivo disse que o prazo do primeiro decreto não foi suficiente para as melhorias necessárias.

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