ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

CARNES SUBIRAM MAIS DE 4 VEZES ACIMA DA INFLAÇÃO E FICARAM R$ 20 MAIS CARAS DURANTE GOVERNO BOLSONARO



Colocar proteína no prato virou tarefa impossível para boa parte dos brasileiros na gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes. Quando o atual governo assumiu, em janeiro de 2019, as carnes de primeira e segunda eram vendidas por quase a metade do que custam hoje. O preço de ambas subiu mais de quatro vezes acima da inflação oficial do país nesse período.

 

A situação pode piorar com o fim do embargo chinês à carne bovina brasileira, anunciado em dezembro. Com a medida, o produto pode faltar nas gôndolas e tende a aumentar de preço.

De acordo com o levantamento mensal da cesta básica paulista feito pelo Procon-SP, os cortes nobres saíam em média por R$ 24,19 o quilo há quase três anos. Em novembro de 2021, o preço saltou para R$ 44,45, 83,75% de aumento.

Segundo a calculadora do Banco Central, nesse mesmo intervalo de tempo, a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 19,29%.

O caso das carnes de segunda (sem osso) é ainda pior. Saíam em média por R$ 17,88 no país no início de 2019. Hoje, por R$ 34,02 (90,26% mais salgada).

Em janeiro de 2019, o salário mínimo nacional era de R$ 998 e foi reajustado para R$ 1.100 em 2021. Há 35 meses, com o piso nacional, o consumidor brasileiro levava 56 kg de carne de segunda para casa. A mesma compra atualmente deixaria para trás 22 kg, ou 40% do carrinho, permitindo a aquisição de apenas 32 kg.

Nem o frango serve como opção para garantir um pouco de proteína às famílias. De R$ 6,51 na virada de 2018 para 2019 passou agora, com 82% de reajuste, para R$ 11,89 o quilo.

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