ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

INSTALAÇÕES OLÍMPICAS TERÃO ENERGIA DEFINITIVA LIGADA EM MAIO


Até o fim de maio, todas as instalações que farão parte dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 estarão com os projetos de energia concluídos. A previsão é do presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Marcelo Pedroso. Atualmente, as instalações funcionam com sistema temporário de energia. De acordo com Pedroso, o aparato operacional de eventos como os jogos é desafiador para qualquer país, e o abastecimento de energia nas instalações é um dos pontos mais importantes.

“Quando a gente fala de energia, não está falando apenas da luz para o expectador. A gente está falando da transmissão de televisão”, disse. “Imagina um atleta que vai bater um recorde, dá um pico de luz e a gente perde a contagem do tempo dele. Imagine o impacto que isso tem para a competição”, acrescentou. O abastecimento será garantido por duas fontes de alimentação distintas, além da rede de geradores para garantir o abastecimento caso haja falha nas outras.

Nos projetos de energia temporária, com geradores para atender a todos os núcleos de instalações, o governo federal assumiu o da Barra da Tijuca com custos de R$ 290 milhões. Já o de Copacabana, do Maracanã e de Deodoro ficaram sob a responsabilidade do governo do estado, com o limite de isenção de impostos aprovado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em R$ 85 milhões. O Comitê Organizador Rio 2016 banca o restante para alcançar o custo de R$ 104 milhões.

A situação política e financeira do país não foi empecilho para o andamento da organização. Segundo Pedroso, as principais ações, que dependiam de definição dos governos federal, estadual e municipal, sobre os pontos de prestação de serviço público e de demandas do COI foram tomadas no início do processo e, agora, ocorrem apenas decisões menores que se referem às fases finais da operação. “Não avalio que haja um impacto que prejudique esta reta final da preparação”, disse. “O que a gente tem agora de participação dos governos, as decisões estão tomadas. É operacional”, afirmou.

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