ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

CRISE FECHA AS PORTAS DE PREFEITURAS, MATÉRIA DO CORREIO TRAZ ENTREVISTA COM ZIULKOSKI





"Uma bomba-relógio está prestes a implicar na carreira política de prefeitos de Municípios espalhados por todo o país, transformando-os em fichas-sujas. Sem receber repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), representantes municipais não conseguem mais arcar com programas sociais e correm risco de se tornarem inelegíveis por oito anos”. A afirmação foi publicada pelo jornal Correio Braziliense, nesta segunda-feira, 26 de setembro. 

O texto Crise fecha as portas de prefeituras traz dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e entrevista com o presidente Paulo Ziulkoski. De acordo com estimativa da entidade municipalista, passadas as eleições, deve ocorrer uma onda de demissões e cortes de cargos comissionados pelo interior do país para enxugar os gastos. Como já têm ocorrido em algumas Prefeituras, a tendência é de outras reduzam a jornada de trabalho para meio expediente.

"Eles (prefeitos) têm de optar entre pagar o salário ou recolher à Previdência. Depois da eleição, isso vai explodir. Por enquanto, ainda está tudo escondido, porque nenhum prefeito vai admitir que está mal", observou o presidente da CNM. Ele adiantou que, a partir de 5 de outubro, haverá uma corrida de prefeitos a Brasília para tentar conseguir apoio para o Município. 

Realidade
Levantamento recente da CNM mostrou que pelo menos 14% dos Municípios não receberam nada de FPM em julho deste ano. O estudo aponta que um total de 1.527 unidades tiveram mais de 70% do Fundo retido no primeiro decêndio de julho, por dívidas previdenciárias. Desse grupo, 827 não receberam nenhum centavo do recurso. Já no segundo decêndio, 114 municípios sofreram com a retenção na faixa de 70% a 99,9%. Enquanto isso, 503 registraram o bloqueio total do repasse. 

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