ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

VEREADORES DE CAMPESTRE QUEREM ANULAR VOTAÇAÕ QUE ELEGEU MESA DIRETORA DA CÂMARA ATÉ 2020

Foto: Vereadores André de Mendonça e Luciano Alves
Não é de hoje que a situação política na Câmara Municipal de São José de Campestre anda turbulenta. Na sessão da terça-feira (20), um novo episódio movimentou o legislativo municipal. Cinco vereadores de oposição à Mesa Diretora da Casa tentaram protocolar um requerimento que pede a anulação da eleição da presidência da Casa até 2020. Mas de acordo com os opositores no ato da entrega do documento a secretária se recusou a receber o requerimento atendendo ordens do presidente.
Os vereadores que assinam o requerimento são José André de Mendonça (PSB), Luciano Alves (PRB), Josanildo CostaPretinho Papagaio” (PCdoB), Gerusa Guedes (PR), Leonardo Fabrício (PRB). O fato que embasa o requerimento, é que em Junho de 2017, ainda de acordo com os impetrantes o presidente Joseilson Borges convocou de forma irregular o suplente de vereador José Ney, durante a licença médica do vereador Luciano Alves. No retorno da licença, o vereador Luciano foi impedido de retornar o mandato, porque o presidente Joseílson havia articulado a realização da eleição antecipada para a mesa diretora para os anos de 2018, 2019 e 2020. Naquele momento Borges dependia da maioria dos votos para ter a proposta aprovada. Se Luciano voltasse, a proposta não seria aprovada.
Então, para ter a maioria dos votos, o presidente manteve o voto do suplente irregular, José Ney, aliado de sua bancada, conforme relata a parte prejudicvada. Somente após a eleição ter sido realizada e ele ser reeleito é que o vereador Luciano Alves teve autorização oficial para retornar ao mandato.
Outro fato curioso e mais recente, é que ao tomar posse como presidente da casa em 2018, a solenidade foi conduzida pelo suplente de vereador José Ney, que novamente ocupa o mandato de forma irregular no lugar do vereador Dedé de Mendonça. O detalhe é que desde dezembro de 2017, uma liminar da justiça determina ao presidente da Câmara que autorize o retorno de Dedé ao mandato, após ter sido afastado pelo Legislativo de forma arbitrária e ilegal, conforme acusam os opositores.
Fonte: Daltro Emerenciano

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