ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

FUTURO DE AGRIPINO, GARIBALDI E HENRIQUE DEPENDE DA VITÓRIA DE CARLOS EDUARDO

Sem mandato a partir de 2019 e com influência reduzida no governo federal, o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB) e os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB) e José Agripino Maia (DEM), além dos deputados federais Felipe Maia (DEM) e Walter Alves (MDB), contam com a eleição de Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Governo do Rio Grande do Norte para ganhar uma espécie de sobrevida na política potiguar.

Primo de Henrique e Garibaldi e aliado político de Agripino, Carlos Eduardo está no segundo turno contra Fátima Bezerra (PT). As pesquisas apontam favoritismo para a petista, que já encerrou o primeiro turno na frente, com 46,17% dos votos válidos, ante 32,45% obtidos pelo adversário.

Seus aliados não tiveram êxito na eleição deste ano. Exceto Walter Alves, que conseguiu ser reeleito para a Câmara Federal, Garibaldi perdeu para o Senado; Agripino não conseguiu ser eleito deputado federal; e Henrique, preso até o meio do ano, não concorreu a nenhum cargo. Felipe Maia também não concorreu para dar lugar ao pai, Agripino, que não teve sucesso.



Embora Carlos Eduardo não reconheça oficialmente, a expectativa entre os aliados do pedetista é de que sua chegada ao Governo do Estado possa levar para dentro da administração estadual indicados de Agripino, Garibaldi e Henrique – que, sem mandato, teriam apenas órgãos do governo estadual para “comandar”.

Em 2017, ao ser empossado para o quarto mandato à frente da Prefeitura do Natal, Carlos Eduardo montou uma equipe de auxiliares levando em conta indicações dos três aliados. O secretário de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes, Carlson Gomes, por exemplo, foi indicação de José Agripino. Na gestão da ex-governadora Rosalba Ciarlini, ele já tinha sido indicado pelo senador para o Ipem.

O MDB de Garibaldi e Henrique, por sua vez, sugeriu a Carlos Eduardo – que acatou – os nomes de Fred Queiroz para a Secretaria de Obras, Cristiane Alecrim para o Turismo e Cláudio Porpino para a Urbana. Além disso, o partido indicou o vice-prefeito, Álvaro Dias, que assumiu definitivamente o cargo em abril, com a renúncia de Carlos Eduardo para disputar o Governo do Estado.

Questionada sobre o assunto, a assessoria de Carlos Eduardo classificou a informação como uma “provocação” e aproveitou para alfinetar a adversária no segundo turno, perguntando qual seria a participação do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e do ex-ministro dos governos petistas José Dirceu, condenados por corrupção, em uma eventual gestão de Fátima Bezerra.

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