ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

IVERMECTINA: MÉDICOS DA UFRN DESAPROVAM USO DO RÉMEDIO COMO PREVENÇÃO DA COVID



O uso de ivermectina ou de qualquer outro fármaco para prevenir a infecção provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) não tem a aprovação de médicos e professores do Departamento de Infectologia (DINF), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Após reunião plenária, o departamento esclareceu, por meio de um documento, que "até o momento não há dados na literatura que justifiquem o uso de qualquer fármaco para evitar a infecção pelo SARS-CoV-2, ou ainda, que possa impactar na gravidade da doença antes que ela se estabeleça, como por exemplo a ivermectina".
O documento afirma que não foi identificado nenhum ensaio clínico em humanos relacionado ao uso da ivermectina para o tratamento da Covid-19. Em junho, a Secretaria de Saúde de Natal (SMS), publicou um novo protocolo para orientar médicos e profissionais de saúde em geral sobre o atendimento a pacientes com Covid-19. O documento, aprovado pelo secretário de Saúde, George Antunes, e pelo prefeito Álvaro Dias, indica especialmente a ivermectina como medida de prevenção.
O protocolo recomenda ainda o uso de medicamentos como a hidroxicloroquina até para pacientes com sintomas iniciais da doença. O DINF também desaprova o uso do fármaco e explicou que aguarda publicações científicas que justifiquem a intervenção do medicamento. "Este ponto tem sido contemplado por ensaios clínicos randomizados e os resultados até agora apontam para ineficácia desta medida, como por exemplo, o uso da hidroxicloroquina para este objetivo", diz o documento.


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é forte defensor da hidroxicloroquina para o tratamento da infecção. Diagnosticado com a doença no começo da semana, Bolsonaro publicou nas redes sociais que "está muito bem" e atribuiu a ausência de sintomas mais graves da doença ao uso da droga.
“Aos que torcem contra a hidroxicloroquina, mas não apresentam alternativas, lamento informar que estou muito bem com seu uso e, com a graça de Deus, viverei ainda por muito tempo”, escreveu o presidente.
Sobre o fármaco, o documento do DINF afirmou que o uso da hidroxicloroquina e de outros medicamentos "não se mostrou eficaz no controle da replicação viral em ensaios clínicos em humanos. Não há evidência de impacto no curso clínico e prognóstico da doença".
O documento é assinado pelo Chefe do Departamento de Infectologia da UFRN, o professor e infectologista Kleber Luz, pela vice-chefe do departamento, a professora Mônica Baumgardt, dentre outros professores da instituição.

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