ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

Imagem
  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RENDA MÉDIA DE SERVIDOR PÚBLICO AUMENTA 20% EM OITO ANOS, E A DO FUNCIONÁRIO PRIVADO SOBE 7%

 

Foto: Pedro França / Agência O Globo

Enquanto a renda média dos funcionários públicos no Brasil subiu 20,4% entre o início de 2012 e o fim de 2020, a dos profissionais com carteira assinada do setor privado, aumentou apenas 7,1%.

A diferença no avanço dos rendimentos é ainda maior ao comparar os salários médios do quatro trimestre de 2020. Os servidores ganharam, em média, 76% mais do que os trabalhadores do setor privado.

Os números foram levantados pela consultoria IDados a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do IBGE, com coleta do primeiro trimestre de 2012 até o último trimestre de 2020.

Os militares e estatuários (servidores por concurso público) também registraram alta em seus salários, de 13,1% no período.

Diferença aumenta na pandemia

A diferença salarial entre os setores é antiga, vem aumentando e deve ficar ainda maior na pandemia. Entre os motivos, o pesquisador da IDados Bruno Ottoni aponta o fato de os funcionários de empresas privadas sofrem com demissões e redução salarial, especialmente nos momentos de reestruturação de setores econômicos, enquanto os servidores mantêm a estabilidade, com correção monetária e ajustes de salário.

Esta disparidade deve ficar mais evidente nas próximas pesquisas. Em 2020, o governo criou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que permitia às empresas acordos de redução e suspensão de jornada com seus funcionários para conter as demissões na pandemia. Uma reedição do programa está sendo desenhada pelo governo e deve ser lançada em breve.

Especialista defende redução temporária no setor público

Para Ana Carla Abrão, sócia da área de serviços financeiros e setor público da Oliver Wyman no Brasil, até que aconteça uma reforma administrativa, o BEm deveria ser aplicado ao setor público também – para todos, reforça. Contudo, ela explica que o Judiciário se esquiva e o Congresso rechaça a ideia diante da pressão dos sindicatos.

— Além da estabilidade, as promoções no setor público acontecem automaticamente, independentemente do cenário econômico e produtividade. É quase uma imoralidade com esse colapso — diz Ana Carla.

Ela afirma que dentro do funcionalismo público também há grandes diferenças e pondera que, na prática, o programa de redução de salários e jornada talvez afetasse apenas quem está na ponta mais vulnerável, como professores, policiais e médicos, que acabariam trabalhando a mesma carga horária por menos.

— A desigualdade dentro do setor público também é imoral. Quem atende na ponta ganha mal. E quem está na outra ponta ganha salários altos e está protegido de qualquer choque.

O professor de direito público da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, Leopoldo Soares, também acredita que este hiato vai aumentar. Enquanto a reforma não vem, ele defende para este momento o corte de despesas como auxílio-paletó e moradia, os quais poderiam ser reduzidos com mais agilidade e seria significativo para o gasto público.

— É muito mais difícil mexer nos rendimentos do servidor do que no âmbito privado, mesmo com todas as regras da CLT, porque se você mexe no funcionalismo público é um efeito cascata que afeta todos, inclusive o alto escalão. No privado, não tem esta lógica — diz Soares que é também coordenador do curso de direito da universidade.

O Globo

Notícias mais lidas na semana.

FÁTIMA MUDA AGENDA EM BRASÍLIA E CONSEGUE APOIO PARA RETIRAR LÍDER DE FACÇÃO DE PRESÍDIOS DO RN

SELECIONADOS NA CHAMADA REGULAR DO SISU PODEM SE MATRICULAR ATÉ QUARTA

BRASIL TEM QUASE 11 MILHÕES DE JOVENS EM SITUAÇÃO DE EXTREMA POBREZA, DIZ ABRINQ

Postagens mais visitadas deste blog

AUTORIDADES PARTICIPAM DE TRANSMISSÃO DE COMANDO DA POLÍCIA MILITAR EM GOIANINHA

UFRN INICIA CADASTRAMENTO DE APROVADOS NO INTERIOR NESTA SEGUNDA-FEIRA

STF CONFIRMA QUE TRANSEXUAL PODE ALTERAR REGISTRO CIVIL SEM CIRURGIA