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ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

SESAP CONFIRMA 1º CASO DE COINFECÇÃO DE PACIENTE COM VÍRUS DA INFLUENZA A E COVID-19 NO RN

 


A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou neste sábado (18) que identificou o primeiro caso de coinfecção de Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19) e Influenza A H3N2 (gripe) no estado.

A paciente identificada com os dois vírus tem 28 anos e mora no município de Governador Dix-Sept Rosado, na região Oeste potiguar.

O teste foi realizado pelo Laboratório Central Dr Almino Fernandes, nesta sexta-feira (17), e registrou a presença tanto do vírus da Covid-19 como o da gripe na paciente.

Segundo o diretor administrativo do Lacen, o biomédico Derley Galvão de Oliveira, a coinfecção dos dois vírus já pode ter ocorrido com outros pacientes potiguares, porém essa é a primeira vez em que foi confirmada em teste laboratorial.

Ele também explicou que o resultado foi possível graças ao recebimento de um novo kit multiplex, em novembro, que permitiu a identificação também de Influenza, durante o teste contra Covid-19.

“Não significa necessariamente que a pessoa está com as duas doenças ao mesmo tempo, porque o vírus pode ser detectado até 90 dias após a infecção. A gente não pode afirmar que a pessoa está com os dois vírus circulando, mas apenas que houve a presença do material genético dos dois vírus”, explicou o profissional.


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