ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

SEGURO DE AUTOMÓVEL FICA 15% MAIS CARO, APONTA INDICADOR

 


Os preços do seguro de automóveis cresceram 15% no acumulado de janeiro de 2022 até o mesmo mês de 2023. No ano passado como um todo, o aumento consolidado desses preços foi de 12,3%. Os dados são do Índice de Preços do Seguro de Automóvel (IPSA), elaborado pela TEx, plataforma de inteligência de dados.

Segundo empresários do setor, o movimento reflete uma série de fatores e ainda tem efeitos diretos vindos da pandemia. Além do avanço da sinistralidade diante da reabertura da economia e da volta da circulação de carros nas ruas, por exemplo, ainda houve os impactos da falta de componentes vista nos últimos meses — cenário que ainda pesa na cadeia de produção do setor.

“Tivemos notícias recentes de novas interrupções na produção de veículos por falta de componentes e é possível que vejamos novamente esse ciclo de menos veículos novos disponíveis. Isso pode aumentar a busca por peças no mercado paralelo e, consequentemente, trazer uma alta no furto de veículos — o que também pode acabar tendo novas influências nos preços do seguro”, afirma o presidente da TEx, Emir Zanatto.

Além disso, a falta de componentes para a produção ainda reduziu a oferta e afetou o preço dos veículos, o que também faz peso nos preços dos seguros.

“Em um primeiro momento, quando a seguradora fez a precificação desses seguros, ela considerou que faria indenizações com base em um preço específico da tabela Fipe [documento que serve como parâmetro para determinar o preço médio de veículos no mercado nacional]. Mas conforme os meses passaram, o valor dos carros subiu e, quando os sinistros voltaram a aumentar, ela acabou precisando pagar valores muito maiores do que o previsto”, explicou o diretor técnico e vice-presidente da Minuto Seguros, Manes Erlichman.

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