ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

"GOVERNADORA E COMANDO GERAL TENTAM TIRAR FOCO DOS ASSASSINATOS DE POLICIAIS COM CRIMINALIZAÇÃO DO BICO", DIZ ASSOCIAÇÃO DE SUBTENENTES E SARGENTOS

 

Foto: Magnus Nascimento


A Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN) se posicionou sobre pronunciamentos recentes do comando geral da PMRN e da governadora sobre as mortes de policiais no Rio Grande do Norte ocorridas nos últimos dias.

Após o assassinato do cabo Gustavo Pinheiro de Andrade na semana passada, a governadora Fátima Bezerra comentou o caso e afirmou nas redes sociais que “o cabo estava em uma atividade extra quando foi atingido”.

Em nota, a ASSPMBMRN afirma que os gestores “tentam criar uma cortina de fumaça para tirar o foco das recentes mortes violentas de policiais militares.”

Leia abaixo a nota na íntegra:

As entidades representativas de praças e oficiais da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Rio Grande do Norte, por meio de suas diretorias, vêm a público externar posicionamento acerca dos pronunciamentos do comandante geral da PMRN e da governadora que tentam criar uma “cortina de fumaça” para tirar o foco das recentes mortes violentas de policiais militares.

Tem repercutido em toda a imprensa em geral, falas das citadas autoridades tentando justificar as mortes violentas dos policiais militares com o fato de que, supostamente, esses policiais estariam desempenhando atividades extras para complementar a renda familiar, os conhecidos “bicos”.

Pertinente destacarmos que na maioria das ocorrências os profissionais foram alvejados em razão da função que ocupam, sendo identificados como policiais e potencialmente capazes de impedir o cometimento de crimes. Tudo isso em decorrência da falta de prioridade e compromisso do governo em verdadeiramente combater a violência em nosso estado.

Nesse sentido, preocupados, repudiamos veementemente a postura dos representantes governamentais que relativizam, encarando com surpreendente naturalidade os atentados contra os policiais que possuem prerrogativas e o dever legal de agir na defesa da sociedade, mesmo em período de folga. 

Não obstante a necessidade de uma resposta rigorosa aos crimes, a categoria militar estadual há muito espera da sua comandante-chefe respostas efetivas e urgentes para questões como os salários atrasados, a falta de alimentação, as precárias condições de trabalho e o pior salário da segurança pública estadual. 

Enquanto entidades representativas da categoria, continuaremos cobrando e debatendo adoção de medidas na busca de respostas para reversão desse tratamento de omissão e negligência que atinge os policiais militares e bombeiros militares e, por consequência, toda a população do Rio Grande do Norte.

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