ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

ATÉ AGORA, SEIS SECRETÁRIOS DO GOVERNO FÁTIMA DEVERÃO DISPUTAR ELEIÇÕES ESTE ANO

 



O Poder Executivo do Rio Grande do Norte tem na sua formação 22 funções na administração direta, incluindo a governadoria e a vice-governadoria. Ou seja, 20 órgãos são classificados oficialmente com a nomenclatura de Secretarias de Estado. Além da governadora Fátima Bezerra (PT) que vai concorrer à reeleição, e o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) pretenso candidato à Câmara Federal, tem-se que seis secretários devem concorrer ao pleito deste ano. Uma parte vai disputar a Câmara Federal e outra vai tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado. Os secretários que querem disputar o pleito vão ter que deixar seus cargos.

Os prazos para a desincompatibilização eleitoral são contados com base no dia da eleição e variam de três a seis meses, dependendo da classe a que o agente público pertence. A pessoa que deseja concorrer deve estar desincompatibilizada oficialmente no tempo estabelecido, sob pena de ter o pedido de registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral.

Com isso, os seis secretários de Fátima Bezerra devem deixar o governo até o início de abril deste ano para disputar a eleição, já que para secretário de Estado o prazo é de seis meses que antecede o pleito, marcado o primeiro turno para o dia 2 de outubro próximo.

Por enquanto, a lista dos secretários que vão encarar as proporcionais está da seguinte forma: os que pretendem se candidatar à deputado federal são: Cadu Xavier (Tributação), Fernando Mineiro (Gestão de Projetos, Metas de Governo e Relações Institucionais) e Samanda Freitas (subsecretária Trabalho, Habitação e Assistência Social). Já para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ou seja, vão se candidatar à deputado estadual: Jaime Calado (Desenvolvimento Econômico), Júlia Arruda (Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos) e Pedro Lopes (Controladoria). Dos seis, o único que não concorrerá pelo PT será Jaime Calado, que disputará pelo Pros.

As informações foram repassadas pelo chefe da Casa Civil e interlocutor do governo para assuntos eleitorais, Raimundo Alves, que frisou não ser oficial, até porque só se confirmam as candidaturas, após as convenções partidárias e os registros das mesmas. Pelo calendário eleitoral, as convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos.

Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto. “Até o momento, o que temos são expectativas”, comentou Raimundo Alves, deixando a entender que a lista de secretários estaduais que pretendem ir para o embate eleitoral pode aumentar.

Alianças

Já o secretário de Gestão de Projetos e Relações Institucionais, Fernando Mineiro, evidenciou que pretende disputar a Câmara Federal e que, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pensa em construir alianças para vencer e governar.

“As alianças em 2022 devem ter o objetivo não apenas de vencer as eleições, mas, acima de tudo, de formar uma maioria estável na sociedade civil e nas instituições – o parlamento entre elas – que possibilite o apoio e a aprovação das medidas que promovam as mudanças necessárias na agenda política, econômica, social e cultural no Brasil”.

E acrescentou: “Arrisco a dizer que, a despeito do acirramento eleitoral já em curso, vencer as eleições não será o mais difícil. O desafio maior será a criação das condições para a implementação de um Programa de Reconstrução Nacional que tire o Brasil do atoleiro em que ele se encontra. E isso só será possível com a formação de uma nova coalizão de forças, com destacada atuação na sociedade e no parlamento em apoio ao governo eleito”.

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