ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

DIRETOR DO LAIS/UFRN PEDE VOLTA ÀS AULAS E DIZ QUE VACINA EM CRIANÇAS É SEGURA

 

Foto: Reprodução/ Meio Dia RN


Em entrevista ao programa Meio Dia RN desta terça-feira (1), o diretor executivo do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN), Ricardo Valentim, afirmou que 94% das pessoas no estado com a forma mais grave da Covid-19, são pacientes com comorbidades, e destas, 70% que foram a óbito não eram vacinadas. O pesquisador ressalta que estamos no início do fim da pandemia, entrando num processo de transição.

Sobre o regresso das aulas, Valentim afirma que é necessário retornar. ” Tenho total segurança no processo, as escolas tem protocolo de segurança, professores e crianças estão se imunizando. Nenhum lugar do mundo está assim, as aulas públicas precisam retornar e o estado garantir isso. Há um prejuízo de formação humana, que vai do ensino básico até as universidades, e que não sabemos o tamanho. O Brasil perdeu muito neste período de pandemia, principalmente no educacional”.

Com relação ao passaporte vacinal, Valentim acredita ser uma medida restritiva mais barata paras as autoridades “simples, razoável e temporária”. Indagado sobre a imunização em crianças de 5 a 9 anos, o diretor foi taxativo: “estão politizando a vacina. Virou palco político para todas as áreas. Vacina nesse público ajudou a erradicar várias doenças, na criança a imunização é segura. Temos duas grandes agências reguladoras que atestaram isso, como a ANVISA, que é muito respeitada, e acima de tudo, tem autonomia”.

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