ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

PRODUÇÃO E CONSUMO DE COCAÍNA BATEM RECORDE DURANTE PANDEMIA, DIZ ONU

 


A produção global de cocaína superou o recorde de 1.982 toneladas entre 2020 e o ano passado (crescimento de 11%), período em que a pandemia de Covid-19 alterou o contexto de distribuição e intensificou o combate ao narcotráfico, especialmente, em território brasileiro. É o que aponta o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo o estudo Cocaine Insights, a imposição do isolamento para frear o avanço da doença permitiu que as forças de segurança brasileiras dedicassem mais recursos ao combate à circulação de entorpecentes como maconha e a cocaína, drogas mais traficadas no país.

Em contrapartida, a venda de maconha aumentou em território brasileiro, impulsionada pelos fluxos vindos do Paraguai. No caso da cocaína, embora a entrada da substância em território brasileiro tenha se elevado, o tráfego de saída para outras nações sofreu queda, por conta do fechamento de fronteiras.

O índice de apreensões internas de cannabis cresceu 107% entre 2020 e 2021, em comparação com o período 2018/2019. Contudo, o confisco de cocaína diminuiu 37% nesse intervalo, influenciado pelas interrupções no transporte internacional.

O levantamento produzido pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), em parceria com o Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas no Brasil (CdE), analisou o impacto da pandemia na distribuição e apreensão de drogas no Brasil, e faz uma comparação entre os 12 meses anteriores ao surgimento da Covid, em 2019, e os 12 meses pós-pandemia, em 2021.

Os resultados sugerem que medidas de enfrentamento à crise sanitária afetaram a atuação das forças policiais e comprometeram as atividades de grupos do crime organizado. O contexto também impactou os fluxos de cocaína e cannabis, bem como induziu mudanças nas modalidades de tráfico, entre outros reflexos no mercado de substâncias ilícitas no Brasil.

Metrópoles

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