ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

NO RN, 111 DOS 167 MUNICÍPIOS JÁ PEDIRAM TROPAS FEDERAIS PARA ELEIÇÕES




Dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, 111 já solicitaram ao Tribunal Regional Eleitoral do estado, tropas federais para as eleições de 2 de outubro que vai eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. O número corresponde a 49, das 69 zonas eleitorais [em 2014 foram 37 zonas]. Até ontem (28) nenhum registro de candidatura havia sido feito no RN.

A diretora geral do TRE-RN, Ana Esmera Pimentel da Fonseca, disse ontem em coletiva de imprensa, da qual participaram todos os gestores responsáveis diretos pelo pleito no Tribunal, que as eleições no estado sofreram um corte R$ 3,6% no orçamento, que correspondem a R$ 2,6 milhões mas que isso não vai afetar o sistema operacional do pleito. O orçamento vigente é de R$ 7 milhões.

De acordo com a presidente do TRE/RN, Maria Zeneide Bezerra, esse corte não vai prejudicar em nada as eleições. "Nós estamos efetivando todos os procedimentos que a legislação manda fazer, desde 2014", sublinhou. O corte, explicou a desembargadora, foi recomposto junto ao Tribunal Superior Eleitoral para garantir o pleito.

A eleição municipal geralmente é mais acirrada. Os candidatos estão no municípios e a concorrência é maior. "O nosso estado não tem histórico de violência nas eleições. São casos muito pontuais [que acontecem] mas o receio sempre existe. Essa solicitação em número maior é justamente para evitar, é uma medida preventiva", explicou a diretora geral.

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