ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

GOVERNO FEDERAL ENVIA AO CONGRESSO PL QUE OBRIGA REDES SOCIAIS A APRESENTAREM "JUSTA CAUSA" PARA REMOVER CONTEÚDOS E SUSPENDER CONTAS

 


O governo federal enviou neste domingo (19) ao Congresso um PL (Projeto de Lei) que obriga as redes sociais a apresentarem “justa causa” para remover mensagens e suspender contas das redes sociais. O texto não fala em proibir a exclusão de conteúdo, mas cria barreiras para as plataformas.

Segundo a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) da Presidência da República, o PL “segue na mesma linha” da MP enviada em 6 de setembro que alterava o Marco Civil da Internet. A medida foi devolvida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e suspensa pela ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber.

Na 4ª feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), declarou que o governo enviaria ao Congresso um projeto de lei para substituir a MP rejeitada por Pacheco.

Entre os argumentos do Planalto, estão a suposta falta de transparência das empresas ao remover conteúdos e a falta de justificativa ou notificação para tais ações. A Secom afirma que isso fere a liberdade de expressão dos brasileiros.

Em vários países é discutida a forma com que essas empresas devem ser enquadradas do ponto de vista legal: se são só empreendimentos de tecnologia (plataformas e neutras) ou se guardam similitude com veículos de comunicação, podendo interferir sobre qual conteúdo publicam ou deixam ficar no ar.

No Brasil, o ministro do STF Alexandre de Moraes já se manifestou a respeito e disse que o ideal é que as big techs fossem também entendidas como veículos de mídia.

A controvérsia é grande nos EUA, país que inclusive fez uma lei federal em 1996 para isentar as big techs de responsabilidade legal pelo que publicam em suas plataformas. A chamada “section 230”, como ficou conhecida, que determina que todos os serviços de interação por meio de computadores não devem ser tratados como publishers, veículos de comunicação ou porta-vozes de terceiros. São plataformas de tecnologia, isentas de responsabilização pelo conteúdo publicado.

No entanto, com as recentes decisões das big techs de banir determinados conteúdos e usuários –como o ex-presidente norte-americano Donald Trump–, as empresas passaram a atuar de maneira similar à de veículos jornalísticos.

Por essa razão, há um movimento tanto de políticos democratas como de republicanos para reformar a “section 230“. Se querem editar e vetar conteúdo, Facebook, Twitter e Google devem então passar a ser responsabilizados por tudo o que divulgam.

Poder 360

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