ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PEDIATRIA DECLARA "EMERGÊNCIA DE SAÚDE MENTAL" PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 

Foto: Pexels


A pandemia e os meses de isolamento social deixaram os pequenos mais ansiosos, estressados e deprimidos. Em um comunicado divulgado na última semana, a Academia Americana de Peditria (AAP) declarou que as crianças e os adolescentes vivem atualmente uma situação de “emergência de saúde mental”.

“A pandemia de COVID-19 afetou seriamente a saúde mental das crianças à medida que os jovens enfretaram e continuam enfrentando isolamento físico, incerteza contínua, medo e tristeza. Mesmo antes da pandemia, os desafios de saúde mental enfrentados pelas crianças eram de grande preocupação, e a COVID-19 só os exacerbou”, diz o comunicado.

Entre março e outubro de 2020, os Estados Unidos registraram um aumento de 24% no número de atendimentos relacionados à saúde mental de crianças com 5 a 11 anos de idade. Entre a população de 12 a 17 anos, esse crescimento foi de 31%.

Segundo Gabrielle Carlson, presidente da Academia Americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente (AACAP, em inglês), a situação pede que medidas emergenciais sejam tomadas. “Estamos cuidando de jovens com taxas crescentes de depressão, ansiedade, trauma, solidão e suicídio que terão impactos duradouros sobre eles, suas famílias, suas comunidades e todo o nosso futuro. Não podemos ficar de braços cruzados. Esta é uma emergência nacional, e o momento para uma ação rápida e deliberada é agora”, explicou.

Em parceria com a AACAP e a Associação Hospitalar Infantil, a AAP agora está elaborando sugestões de políticas públicas que possam ajudar a minimizar o problema, como melhorar o acesso à telemedicina, apoiar modelos de atenção à saúde mental nas escolas, aumentar programas de auxílio financeiro para que mais famílias possam acessar serviços de saúde mental.

Revista Crescer

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