ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

NO RN, NÚMERO DE CONTRATOS DO FIES CAI 93,9% EM 5 ANOS


Destinado ao financiamento da graduação de estudantes que não têm condições de pagar as mensalidades das faculdades da rede de ensino privado, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) acumula uma taxa de inadimplência maior do que a de beneficiários em dia com os pagamentos no Rio Grande do Norte. O número de inadimplentes era de 1.226 estudantes em 2016 e passou para 17.969 este ano no RN. O aumento foi de 1.365% . Além disso, o número de novos contratos no primeiro semestre de 2021 é o mais baixo dos últimos cinco anos, com uma queda de 93,9%.

De acordo dados informações obtidas pela TRIBUNA DO NORTE, por meio da Lei de Acesso à Informação, o estado tem hoje 17.969 estudantes inadimplentes com o Fies, contra 15.449 em dia com os pagamentos. A quantidade dos débitos supera a da regularidade dos pagamentos em quase todos os estados, com exceção do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Os problemas também aparecem nos contratos. A diferença de novos contratos caiu drasticamente de 2.486 firmados no primeiro semestre de 2016 para apenas 150 no semestre do ano atual, numa diferença de 93,9%, sendo o menor número de contratos firmados nos últimos cinco anos.

O Programa financia os estudos do beneficiário para que ele comece a pagar após a formatura. Após 90 dias de atraso, passam a ser considerados inadimplentes. Contudo, é nesse momento que surge a dor de cabeça se o recém-formado ainda não tiver ingressado no mercado de trabalho. Com a taxa de desemprego no Rio Grande do Norte acima dos 15%, segundo dados do IBGE, muitos recém-formados não têm os recursos para quitar o financiamento.

Leia a notícia completa aqui na Tribuna do Norte.

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