ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

VENDA DE AUTOMÓVEIS SOBRE 14,69% NO RN DURANTE 1º TRIMESTRE DE 2023

 


As vendas de automóveis cresceram 14,69% no primeiro trimestre de 2023 no Rio Grande do Norte, em comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo, neste intervalo, foram 9.636 vendas ante 8.402 em 2022. O movimento positivo foi registrado pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos (Sincodiv-RN) e ocorre em meio a baixas no setor a nível nacional, que convive com produção limitada e paradas temporárias de fábricas. Em Natal, o aumento foi mais tímido, de 4,48%, mas demonstra que o segmento deve se recuperar neste ano e atingir os patamares do período pré-pandemia, de acordo com os especialistas da área.

Os dados do Sincodiv-RN mostram ainda que o crescimento das vendas foi observado em quase todas as categorias de veículos nos primeiros três meses deste ano. Entre os mais populares, os automóveis registraram acréscimo de 4,72% e as motos tiveram um crescimento de 22,86%. Os maiores aumentos foram nas categorias ônibus (435,29%); implemento rodoviário, que são reboques ou carrocerias (75%); e caminhão (66,40%). Houve redução (-9,38%) somente entre os veículos do tipo comercial leve, que são vans de transporte de mercadoria.

A gerente da Nacional Veículos, Tessy Ramos,  que atua no setor de seminovos, diz que os números são indicativos de um mercado mais aquecido nos próximos meses, a despeito da atual taxa de juros, de 13,75%, o que dificulta o acesso ao crédito. “Quando a gente compara com a base de dados de 2022, o aumento não é tão expressivo, mas a gente está otimista neste segundo semestre para reagir e aumentar esse percentual”, diz.

Ela acrescenta que os atores do setor têm se movimentado para compensar o cenário de incerteza no campo econômico do País. “Com essa taxa de juros, o mercado dá uma tensionada, algumas fábricas deram férias coletivas. Porém, temos estoque, temos produtos para oferecer. As montadoras estão se movimentando junto aos bancos para oferecer taxas diferenciadas e dar um atrativo para o consumidor. São estratégias para o consumidor voltar a girar esse dinheiro e voltar a comprar os carros”, detalha.

O gerente comercial da Toyolex, André Morais, explica que os números ilustram bem a dinâmica dos últimos anos e apontam para o equilíbrio do segmento. Ele analisa que o crescimento no início deste ano já era esperado devido ao comparativo com o período de falta de componentes no mercado, que ocorreu ao longo da pandemia até o primeiro semestre do ano passado. Vale lembrar que a crise da falta de semicondutores suspendeu produções no mundo inteiro entre 2021 e 2022.

“No ano passado o mercado estava sofrendo com a falta do produto. Estávamos com a oferta comprometida. A gente estava com a produção mais baixa e só veio ficar regular no segundo semestre do ano passado. Foi quando a gente teve uma normalidade de estoque. Hoje isso já está equilibrado, então, naturalmente a venda aumentaria porque hoje tem o produto”, pontua.

Além do otimismo, característico de quem trabalha na área de vendas, o gerente comercial diz que a estabilidade econômica do País é preponderante para que o consumidor se aproxime das concessionárias. 

O  empresário Wagner Pedrosa é um dos que está atento ao que vem acontecendo no mercado, tanto que pesquisou para saber a viabilidade de adquirir um novo modelo no momento. “Estou trabalhando fora, em Mossoró, e tive que tirar o carro da família. Agora estou vendo se consigo repor”, conta.

Pedrosa, que atua na área petroleira, diz que busca informações sobre o mercado. “Por isso a pesquisa é importante. Como é uma coisa muito dinâmica, a gente precisa pesquisar, ver as melhores oportunidades para saber se a gente consegue encaixar no orçamento”, complementa.

Produção nacional está abaixo do pré-pandemia

Apesar da melhora nos números do primeiro trimestre, a produção acumulada no primeiro trimestre ainda está cerca de 50 mil unidades abaixo dos níveis pré-pandemia. De janeiro a março foram produzidos 538 mil autoveículos, apenas 8% a mais que no início do ano passado, quando a crise dos semicondutores estava no auge. Para veículos pesados, a redução foi em torno de 30%.

Somente neste ano, oito fábricas paralisaram temporariamente suas produções. “Além disso, tivemos dois cancelamentos de turno, algo semelhante às paradas verificadas no início de 2022. A diferença é que no ano passado o motivo era somente a falta de componentes, enquanto agora já há outros fatores, como o resfriamento da demanda”, explicou Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Segundo ele, novas paralisações são esperadas para este mês. A Associação aponta que as vendas acumuladas de autoveículos no trimestre foram de 472 mil unidades. Ao contrário do que é projetado para o RN, o crescimento nacional das vendas de 16,3% sobre o mesmo período de 2022 não anima.

No entendimento da Anfavea, a base de 2022 é muito baixa, já que faltavam carros nas concessionárias. A defasagem em relação aos volumes pré-pandemia é superior a 20%. “A fotografia do momento seria pior se não fossem as boas vendas para locadoras em março: 28% do total. Ainda têm uma considerável demanda reprimida, mas não vai sustentar nossos volumes,caso não haja uma reação mais forte no varejo, o que depende de melhorias nas condições de financiamento, entre outras medidas para reaquecer o mercado”, analisa Leite. 

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