ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

TARIFA DE ÔNIBUS DE NATAL PODE CHEGAR A R$ 4, DIZ SETURN

Reajuste tarifário do transporte coletivo de Natal foi debatido em audiência pública na Câmara Municipal — Foto: Klenyo Galvão/Inter TV Cabugi
O Sindicato dos Empresários do Transporte Urbano de Passageiros de Natal (Seturn) afirma que a passagem de ônibus pode chegar a R$ 4 se a prefeitura não conceder isenção fiscal do ISS e ICMS. O consultor técnico do Seturn, Nilson Queiroga, declarou a necessidade de aumento em audiência pública realizada nesta terça-feira (19) na Câmara Municipal. A tarifa atual é de R$ 3,65. 

O valor da passagem superaria o valor que foi solicitado para este ano pelos próprios empresários, que era de R$ 3,90. O motivo seria a alta dos combustíveis. Com a proposta de isenção fiscal, entretanto, o Seturn diz que é possível reduzir a tarifa em até mais R$ 1. 



O interesse na redução do custo da passagem de ônibus por parte dos donos das empresas que operam o serviço, de acordo com Nilson Queiroga, também se dá pelo fato de que o número de usuários tem caído. 

O vereador Maurício Gurgel (PSOL), propositor da audiência pública, defende que o reajuste proposto pelo Sindicato dos Empresários é injusto diante do serviço que é ofertado às população. “Nós provocamos essa audiência porque querem conceder um aumento, em menos de um ano, acima da inflação, num transporte que não melhorou em nada a sua qualidade”, argumenta. 

Apesar do início das discussões, a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) diz que não há confirmação do aumento. Nilton Filho, engenheiro que representou a pasta na audiência pública, alega que toda a situação ainda será “estudada”. 

Sobre a isenção fiscal, o engenheiro afirma que, do jeito que vem sendo proposta, não é viável. “Isenção de imposto não torna subsídio viável. Existe discurso fraco sobre subsídio, mas precisa de um embasamento técnico”, defende.

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