ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RN DÁ SINAIS DE AQUECIMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA E RECOLHE R$ 478 MILHÕES


O Rio Grande do Norte dá sinais de que começa a reaquecer a economia. Os principais indicadores fiscais no mês de julho, marcado pela retomada das atividades não essenciais, já estão sendo considerados os melhores dos últimos cinco meses. O recolhimento de tributos no sétimo mês do ano atingiu a marca de R$ 478 milhões.

Apesar de representar uma redução de 9% em relação ao volume arrecadado em julho de 2019, quando o RN somou R$ 525 milhões em recolhimento de tributos, este é o maior montante que entrou para os cofres estaduais desde março, quando foram decretadas as medidas de contenção ao avanço do novo coronavírus (Covid-19) no estado.

Em junho deste ano, o total recolhido do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) foi de R$ 442 milhões. Já em maio, esse valor foi de R$ 421 milhões e, em abril, R$ 429 milhões. A receita de julho superou até mesmo a de março, quando foram arrecadados pelo estado R$ 475 milhões em função dos três tributos.



Os números estão na décima edição do Boletim de Atividade Econômica, divulgado nesta terça-feira (11) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). A publicação reúne informações sobre os principais indicadores das operações comerciais realizadas no estado.

O informativo, cujo monitoramento era semanal, passou a avaliar o nível das atividades econômicas mensalmente diante da volta ao funcionamento gradual dos principais segmentos da economia potiguar. O material está disponível para download no site da SET-RN (www.set.rn.gov.br).

Segundo dados do boletim, em julho, a arrecadação de ICMS, que é o principal tributo estadual, chegou a R$ 420 milhões, volume 11% inferior aos R$ 470 milhões recolhidos no sétimo mês de 2019. No entanto, quando comparado a junho deste ano, houve um aumento superior a 10% no recolhimento desse imposto.

Participação setorial

O setor que mais impulsionou essa alta na arrecadação de ICMS foi o comércio varejista. A arrecadação desse setor superou a do atacado, que vinha desde o início da pandemia apresentando as maiores altas. O varejo acumulou no mês passado R$ 98 milhões, o maior montante entre os principais segmentos avaliados. Esse resultado traduz uma alta de aproximadamente 36% no comparativo com junho e o volume chega a ser maior até que o que foi arrecadado em julho do ano passado (R$ 93 milhões).

No caso do atacado, o recolhimento subiu de R$ 88 milhões para R$ 96 milhões entre junho e julho deste ano e, nesse intervalo em 2019, o montante foi menor: R$ 75 milhões. Os demais segmentos apresentaram níveis estáveis de arrecadação.

O informativo econômico da SET-RN também sinaliza uma tendência de aquecimento da economia do Rio Grande do Norte, considerando as transações comerciais feitas em julho deste ano. Os valores médios diários chegaram a cerca de R$ 289,4 milhões. O varejo foi o setor que obteve melhores negociações em termos de valores médios diários por operação: cerca de R$ 82 milhões. Já no atacado, esse valor foi de R$ 51 milhões e, no setor de combustíveis, R$ 41,8 milhões. Já na indústria o valor médio diário foi de cerca de R$ 38 milhões.

Quanto à emissão de documentos fiscais, foram emitidas uma média de 873 mil notas fiscais por dia no mês, um volume ainda 11% menor do que o mesmo período de 2019, quando se obteve uma média diária de 984 mil notas fiscais emitidas.

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