ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

CONGRESSO CUSTA R$ 30,8 MILHÕES POR DIA DE FUNCIONAMENTO

 


Um estudo revela que cada um dos nossos 594 parlamentares, custa mais de R$ 20 milhões por ano aos cofres públicos. Um único dia de funcionamento no Congresso Nacional, custa aos brasileiros, R$ 30,8 milhões. Os dados fazem parte de um estudo dos pesquisadores Luciano Irineu de Castro, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada; Odilon Câmara, da Universidade do Sul da Califórnia; e Sebastião Oliveira, da Universidade de Brasília.

Deputados e senadores chegam a dispor de vários auxílios, como, por exemplo, a ajuda para moradia. Eles ainda contam com cerca de R$ 106 mil reais por mês para pagar assessores. Cada político no Congresso custa R$ 24 milhões por ano.

O levantamento analisou os gastos do Congresso e os comparou com os de outras 33 democracias, incluindo países da Europa, das Américas e da África.

O Brasil aparece em primeiro lugar da lista, com um orçamento anual por parlamentar de US$ 5 milhões (R$ 24,7 milhões). O valor é 528 vezes maior do que a renda média da população, de US$ 9.500 (R$ 46.943), de acordo com a pesquisa.

A Argentina está em segundo lugar, com uma proporção menor que a metade da brasileira.

O financiamento público de campanhas e de partidos também foi analisado no estudo. Juntos, os partidos políticos brasileiros recebem, em média, US$ 446 milhões por ano (R$ 2,2 bilhões). O México vem em segundo lugar, com US$ 307 milhões (R$ 1,5 bilhão). Excluindo o Brasil, a média da amostra é de US$ 65,4 milhões (R$ 323 milhões).

Por: Robson Pires

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