ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

COMBUSTÍVEL: PEC NO SENADO LIVRA R$ 17,7 BILHÕES DE REGRAS FISCAIS



A PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Combustíveis em tramitação no Senado autoriza o governo federal a excluir de regras fiscais até R$ 17,7 bilhões em despesas com auxílio a caminhoneiros, subsídio à gratuidade no transporte nas cidades e vale-gás.

O principal ponto do texto é a permissão para o governo federal, os governos estaduais e as prefeituras cortarem impostos sobre o diesel, o biodiesel, o gás de cozinha e a energia elétrica em 2022 e 2023, sem necessidade de compensar a renúncia de receita.

No mesmo período, a PEC institui um auxílio diesel de até R$ 1.200 para caminhoneiros autônomos, autoriza a União a repassar R$ 5 bilhões para o custeio de gratuidades para idosos no transporte coletivo e aumenta o vale-gás de 50% para 100% do valor do botijão.

Um trecho diz que esses subsídios não precisarão respeitar o teto de gastos e nem serão considerados para o cálculo do resultado primário –que é o saldo entre receitas e despesas do governo, sem contar o pagamento de juros da dívida. A previsão no Orçamento é de deficit de R$ 79,3 bilhões em 2022.

Também ficam dispensados de seguir a chamada regra de ouro, que proíbe o governo de se endividar para pagar despesas correntes.

A estimativa inicial do Ministério da Economia é que, se aprovada, a proposta custe R$ 100 bilhões anuais para a União.

Poder360

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