ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL É O MAIOR EM 15 ANOS, APONTA PESQUISA

 


desmatamento na Amazônia Legal atingiu mais um recorde negativo, de acordo com estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Nos últimos 12 meses, entre agosto de 2021 e julho de 2022, foram derrubados 10.781 km² de floresta, área equivalente a sete vezes a cidade de São Paulo.

O índice, considerado o maior dos últimos 15 anos, aponta um crescimento de 3% em relação ao período imediatamente anterior, entre agosto de 2020 e julho de 2021. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) da instituição.

Pela segunda vez consecutiva, o desmatamento ultrapassou os 10 mil km². Somadas, as áreas desmatadas nos últimos dois anos atingiram 21.257 km² – perímetro quase equivalente ao estado de Sergipe, que possui 22.050 km².

Além disso, pela quarta vez seguida, o índice de desmatamento chegou ao maior patamar desde 2008, quando o Imazon começou o monitoramento.

O acompanhamento é feito no período entre agosto e julho por causa da menor quantidade de nuvens na Amazônia. No entanto, quando se isola os números de 2022, a alta se mostra ainda maior. Entre janeiro e julho, o desmatamento cresceu 7% em relação a 2021 – ou seja, passou de 6.109 km² para 6.528 km², também recorde de derrubada nos últimos 15 anos.

Quanto aos números de julho, a área destruída teve um decréscimo de 17% e caiu de 2.095 km² em 2021 para 1.739 km² em 2022. Mesmo assim, o valor foi o segundo maior da série histórica.

“O aumento do desmatamento ameaça diretamente a vida dos povos e das comunidades tradicionais e a manutenção da biodiversidade na Amazônia, além de contribuir para a maior emissão de carbono em um período de crise climática. Relatórios da ONU já alertaram que, se não reduzirmos as emissões, fenômenos extremos como ondas de calor, secas e tempestades ficarão ainda mais frequentes e intensos. Isso causará graves perdas – tanto ao campo, o que gera prejuízos para o agronegócio, quanto às cidades”, destaca Bianca Santos, pesquisadora do Imazon.

Áreas mais atingidas

Ainda segundo o levantamento, 40% do desmatamento dos últimos 12 meses ocorreu na região conhecida como Amacro, onde se concentram 32 municípios na divisa entre Amazonas, Acre e Rondônia. De acordo com o instituto, a maior incidência é causada pela expansão do agronegócio no local.

A destruição na Amacro também registrou o maior índice dos últimos 15 anos, passando de 3,023 km² para 3,905 km² – aumento de 29%.

O Pará foi o estado com maior ocorrência de derrubada de floresta, com 3.858 km², o que representa 36% da área destruída. Em seguida, Amazonas, com 2.738 km² (25%); Mato Grosso, com 1.620 km² (15%); Rondônia (1.312 km²); e Acre (865 km²) completam o ranking.

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