ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO RN TEM MAIOR AUMENTO DO PAÍS NO ACUMULADO DO ANO

 


Dados do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal, apontam que, no acumulado de 2022, até agosto, o RN tem a maior elevação percentual no custo da construção civil do país, empatado com Rondônia. Houve um aumento de 15,28% no custo médio por metro quadrado no período em questão. Já Santa Catarina (6,87%) e Pará (6,08%) tiveram as menores variações no ano.

Além disso, na comparação com o mês de julho, o estado potiguar teve uma elevação nos custos da construção civil de 1,4%, a maior do Nordeste. O segundo estado nordestino no ranking regional, foi o Piauí, com uma variação de 0,63%. Nacionalmente, Amazonas (3,19%), Mato Grosso do Sul (3,71%) e Rondônia (5,67%) tiveram os maiores aumentos de custos no mês.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o RN apresenta uma alta de 18,27%, a terceira maior do país, atrás apenas do Amazonas (18,41%) e de Goiás (19,69%).

Em números absolutos, no mês de agosto, o custo médio total por metro quadrado da construção civil no estado potiguar foi de R$1.520,76 (ante R$1.499,81 em julho), abaixo do preço nacional, R$1.661,85 (ante R$1.652,27 em julho).  

No ranking de menor custo médio total, o RN ocupa a quarta posição entre todos os estados, atrás de Piauí (R$1.498,33), Alagoas (R$1.459,96) e Sergipe (R$1.453,95). Na composição desse custo, a parcela referente a material foi de R$942,19, e o valor da mão de obra foi de R$578,57.

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) tem por objetivo a produção de séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e a produção de séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação. O Sistema é uma produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal. As estatísticas do SINAPI são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos.

O SINAPI é mais um dos inúmeros levantamentos estatísticos realizados pelo IBGE, que de agosto a outubro de 2022 estará visitando todos os domicílios do país para realização do Censo Demográfico (Informações em: censo2022.ibge.gov.br).

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