ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RN TEM 2ª MENOR ÍNDICE DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE FOME NO NORDESTE

 


Pesquisa sobre Insegurança Alimentar (IA) no Brasil mostra que 10,9% dos domicílios no Rio Grande do Norte estão com famílias em situação de insegurança alimentar grave ou fome por falta de alimentos. Os dados números integram o 2º Inquérito Nacional da Insegurança Alimentar no Brasil no Contexto da Covid-19 (II Vigisan). O trabalho foi realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan). O Rio Grande do Norte abaixo da média nacional no índice de pessoas em situação de fome e apresenta o 4º maior percentual de pessoas em segurança alimentar.

No Rio Grande do Norte, além dos 10,9% em situação de fome, em IA moderada é realizade para 14,5% da população, enquanto 23,4% e tem aparecem com IA leve, que é quando a população tem receio de passar fome em um futuro próximo. 

No Brasil, o percentual é de 15, 5% de pessoas enfrentando a IA grave, que são as pessoas que têm falta de alimentos. Entre as regiões, o Norte apresenta os piores índices na situação por domicílio, com  25, 7%. Na sequência, aparecem Nordeste (21%),  Sudeste (13,1%),  Centro-Oeste (12,9%) e Sul (11,7%). 

No comparativo ao Nordeste, somente a Paraíba (10,6%) tem menor percentual de pessoas em situação de fome, enquanto nenhum outro estado da região possui mais pessoas em situação de segurança alimentar, que é quando possui acesso permanente a alimentos em quantidade suficiente. Somente Espírito Santo (61%), Santa Catarina (59,4%) e Rio Grande do Sul (52,4%) têm melhores números do que o Rio Grande do Norte no percentual de população em situação de segurança alimentar.

O Rio Grande do Norte apresenta melhores números do que a média do Nordeste tanto na quantidade de pessoas em situação de segurança alimentar quando em pessoas que têm restrição à quantidade de comida oferecida e que passam fome.

Levantamento

Em termos populacionais, são 125,2 milhões de pessoas residentes em domicílios com IA e mais de 33 milhões em situação de fome (IA grave). Segundo a pesquisa, a desigualdade de acesso aos alimentos se manifesta com maior intensidade em residências nas áreas rurais, com 18,6%. Além disso, o cenário também está ligado a outras condições de desigualdade, uma vez que a fome atinge 43 % das famílias com renda per capita de até 1/4 do salário mínimo. Além disso, o problema é mais recorrente nas residências chefiadas por mulheres e pessoas autodeclaradas pretas ou pardas.  

Ainda, de acordo com a pesquisa, as proporções de insegurança alimentar moderada e insegurança alimentar grave variaram de cerca de 13% nos domicílios apenas com moradores adultos, a cerca de 25 %, naqueles que tinham três ou mais pessoas com até 18 anos. Ou seja, a maior quantidade de moradores com idade até 18 anos nos domicílios está relacionada com a gravidade da insegurança alimentar no Brasil. 

"Mesmo as famílias que recebem o Auxílio Brasil, por estarem endividadas, não conseguem utilizá-lo somente para a compra de alimentos. O recurso precisa ser utilizado para pagar outras necessidades básicas, como aluguel, transporte, luz e água", explica Ana Maria Segall, pesquisadora da Penssan e da Fiocruz.

Quanto aos domicílios com crianças de até dez anos ou aqueles com renda familiar per capita inferior a meio salário mínimo, a situação também é grave. No Maranhão, por exemplo, cerca de 63,3% das residências com crianças com até dez anos apresentam insegurança alimentar moderada ou grave. Na sequência, aparecem Amapá (60,1%), Alagoas (59,9%), Sergipe (54,6%), Amazonas (54,4%), Pará (53,4%), Ceará (51,6%) e Roraima (49,3%).

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