ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

MORAES DÁ 24H PARA PGR AVALIAR SOLTURA DE FÁBIO VIEIRA, EX-COMANDANTE DA PMDF

 

REPRODUÇÃO:      

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido de soltura feito pela defesa do ex-comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal Fábio Augusto Vieira. 

O pedido dos advogados ocorreu após a divulgação do relatório do interventor da segurança pública no Distrito Federal, Ricardo Capelli, com detalhes e conclusões a respeito da tentativa de golpe de Estado violenta em Brasília.

Preso por ordem de Moraes por suposta omissão ou conivência nos atos terroristas de 8 de janeiro, Vieira alegou que o próprio relatório sobre os ataques prova a sua inocência.

“Há diversos argumentos que estão apoiados pelas provas juntadas pelo relatório do interventor. A apuração dos fatos não permite outra decisão juridicamente justificada diferente da revogação da prisão do coronel Fábio Vieira”, declarou Thiago Turbay, advogado do ex-comandante.

No pedido de soltura, a defesa cita que o policial esteve pessoalmente tentando impedir a invasão aos prédios do Congresso Nacional, STF e Palácio do Planalto. Vieira chegou a ser ferido na cabeça pelos manifestantes. Em imagens, o coronel aparece sangrando na região do rosto.

Na avaliação do advogado ao entrar com o pedido, o relatório divulgado reitera que não houve omissão do militar durante a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. “Ao contrário, revela o inequívoco esforço pessoal do então comandante-geral para impedir a depredação pública e violações contra o Estado Democrático de Direito e suas Instituições”, afirma nota da defesa.

Relatório

O relatório foi elaborado pelo interventor Ricardo Cappelli. O texto detalha falhas operacionais no dia 8 de janeiro e traz diversos apontamentos sobre o dia. Em um dos pontos, o documento levanta ações e omissões de policiais militares que estão sendo investigadas pela Corregedoria.

São seis inquéritos abertos para apurar possíveis responsabilidades de PMs nas invasões e depredação promovidas por bolsonaristas golpistas na Praça dos Três Poderes.

Cappelli criticou o comando da PMDF no dia dos atos. “Não houve plano operacional nem ordem de serviço. Não há registro de quantos homens iriam. O que houve, apenas, foi um repasse burocrático, um ofício recebido para algumas unidades pelo Departamento de Operações. Isso é central, quem faz é o Departamento de Operações da Polícia Militar. O chefe em exercício do DOP encaminha burocraticamente esse memorando para algumas unidades. Chama atenção, então, as duas questões: não houve plano operacional, nem sequer ordem de serviço”, disse.

Metrópoles 

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