ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RN TEM 39 PRAIAS COM PROCESSO DE EROSÃO ACELERADO, DIZ ESTUDO

 


O Rio Grande do Norte registra problemas de erosão em praticamente toda a costa, mas em 39 praias a situação exige atenção por causa aceleração do processo e também porque conta com conjuntos de ocupações urbanas. O número corresponde a cerca de 60% do litoral potiguar, segundo o professor Venerando Amaro, do Departamento de Engenharia Civil da UFRN, que estuda as causas e consequências dos problemas relativos ao processo erosivo no Estado.

Nesta quarta-feira (21), uma audiência pública foi promovida pelo deputado estadual Neilton Diógenes (PL) para debater o tema. Em todo o litoral do RN, segundo o professor Venerando Amaro, as causas para o problema são variadas, mas a redução do aporte de sedimento (areia na praia), o uso desordenado e não planejado da orla e as mudanças climáticas mundiais. São os principais fatores que contribuem para o cenário que se tem atualmente.

“Alguns municípios têm taxas de erosão de mais de 1,5 metros por ano, como é o caso de Natal, Maxaranguape, Baía Formosa, Tibau do Sul, Grossos, Areia Branca, Guamaré, São Bento do Norte e Caiçara do Norte. Todos esses locais têm ocupações humanas e, por isso, são as áreas de maior risco”, explica o professor.

Na avaliação de Amaro, falta monitoramento por parte das gestões públicas no Estado, medida que impede, segundo ele, a efetivação de soluções. “Não temos a responsabilidade dos gestores, no sentido de coletar informações apropriadas  para a tomada de decisões. Para se ter uma ideia, o maior problema em relação ao processo erosivo é a onda e a gente não tem dados sobre isso no estado”, diz.  

Segundo o professor, as medidas para reduzir os riscos em relação ao problema variam de acordo com a localidade onde a erosão ocorre. No caso da Praia de Ponta Negra, indica, a engorda é a solução. “Ali é uma área onde há uma grande cidade instalada, então, a solução  mais apropriada é a engorda.    Mas, em cada lugar, a gente precisa avaliar vários elementos para poder chegar a melhor solução, que pode ser a construção de um muro de contenção para impedir que o mar alcance as construções, por exemplo”, diz.

“Outra medida, é mover as pessoas para áreas diferentes. Algumas dessas regiões contam com muitas casas de veraneio. Seria mais fácil remover as casas do lugar e realizar alguma obra de adequação, mas não uma engorda”, finaliza o professor. 

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