ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

GÁS DE COZINHA SOFRE AUMENTO DE 5% E PREÇO DO BOTIJÃO PODE CHEGAR A ATÉ R$ 76 NO RN

Gás de cozinha terá aumento em Natal — Foto: Heloisa Guimarães/Inter TV Cabugi

O preço do gás de cozinha vai aumentar no Rio Grande do Norte entre R$ 2,50 e R$ 3,50. A Petrobras confirmou ao G1 que o preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) vendido nas refinarias subiu 5% a partir desta sexta-feira (19), o que vai interferir também no valor final do produto. 

O Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo (Singás-RN) informou que ainda não foi notificado oficialmente sobre a porcentagem desse novo reajuste pela Petrobras e, dessa forma, destaca que não é possível cravar, por enquanto, de quanto será o aumento no preço final. 

Apesar disso, o sindicato estima que o valor vai ser entre R$ 2,50 e R$ 3,50, fazendo o preço médio crescer para valores entre R$ 70 e R$ 76. Atualmente, o preço do gás de cozinha no Rio Grande do Norte varia entre R$ 68 e R$ 73. "Esse vai ser o terceiro aumento nos últimos 30 dias", disse o presidente do Singás-RN, Francisco Correia. 




"Nós calculamos que vai ficar entre R$ 2,50 e R$ 3,50. Como não nos foi passado oficialmente, é uma especulação. Se o reajuste nos for informado no dia de hoje por exemplo, a partir de amanhã os novos botijões adquiridos já serão vendidos com o reajuste". 

Francisco explicou que a recomendação do sindicato é para que o reajuste seja repassado apenas nos novos botijões. "Nossa recomendação é vender o estoque antigo com o preço anterior, sem o reajuste". Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio no estado é atualmente na faixa de R$ 68 e R$ 70. 

Ao G1, a Petrobras informou que com o aumento de 5%, o preço médio em que o botijão de 13 kg sairá da refinaria é por R$ 25,29. A empresa informou que, no ano, o acumulado é de redução no preço de 9,1%, o que equivale a 2,52 R$/13kg. O valor final nos estados tem também a influência de impostos estaduais e federais, além das margens de distribuição e revenda. 

"Desde novembro de 2019, a Petrobras igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial, e que o GLP é vendido pela Petrobras a granel. As distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final", disse em nota a Petrobras. 

De acordo com o Singás, no Rio Grande do Norte o consumo médio dos botijões de gás durante o período de isolamento social por conta do novo coronavírus tem sido o mesmo de antes. "A média ficou igual. Nós aumentamos o volume do consumo residencial, mas diminuímos o industrial, que é o de restaurantes e bares", explicou Francisco. 

Ele relatou ainda que no início do período de isolamento, em março, temeu que faltasse gás de cozinha no estado, já que muitos clientes estavam comprando até 4 botijões de uma vez. "Isso dava para até cinco meses sem precisar trocar. E tinha gente que não estava conseguindo comprar. Depois de um trabalho de conscientização, perceberam que não necessário essa correria pelo botijão". 

Segundo a Petrobras, os preços dos GLP "vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)".

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