ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

HOMENS TÊM MAIS CORONAVÍRUS PORQUE PERDEM ZINCO NA EJACULAÇÃO, DIZ DEPUTADO-MÉDICO DO RN

Médico e deputado estadual Albert Dickson (Pros-RN)  
João Gilberto/ALRN

O médico oftalmologista e deputado estadual Albert Dickson (Pros-RN) recomendou aos seus seguidores nas redes sociais que aumentem o consumo de alimentos ricos em zinco, como medida para fortalecer o sistema imunológico contra o novo coronavírus. De acordo com ele, a deficiência de zinco tem levado os homens a contraírem mais a Covid-19 do que as mulheres.
Segundo Albert, os pacientes do sexo masculino têm tido mais Covid-19 porque perdem zinco durante a ejaculação. “O zinco está presente no espermatozoide. Toda vez que perde espermatozoide (a pessoa que está com a vida sexual normal), o homem perde 1 grama de zinco. Então, o que vai acontecer? Ele vai ter uma deficiência de zinco”, afirmou, durante transmissão ao vivo nas redes sociais na última sexta-feira (29).
O deputado-médico disse, ainda, que o zinco está presente em poucos alimentos, como a castanha-de-caju e a ostra. Albert Dickson sugeriu aos seus seguidores que consumam os produtos como prevenção à Covid-19. “Tem que se abastecer com zinco. O vírus odeia zinco”, afirmou.
Ainda durante a transmissão, que está publicada nas redes sociais, Albert Dickson defendeu o uso da ivermectina para tratar o novo coronavírus. Ele disse que tem prescrito o remédio para os seus pacientes que contraíram a Covid-19 e que os sintomas têm desaparecido. Ele sugeriu também que o medicamento seja usado mesmo entre os que não têm sintomas, como prevenção.
O médico disse, inclusive, que ele e sua família têm usado a ivermectina como prevenção. Ele chegou a sugerir dosagens específicas do medicamento que devem usadas por quem não tem a Covid-19 e por quem vier a ficar doente. Ele também disse que não há problemas em associar o medicamento à hidroxicloroquina, desde que o paciente não seja cardiopata.


Albert Dickson chegou a sugerir, ainda, que o consumo da ivermectina deve acontecer uma vez por mês, pelo menos, para que o medicamento continue presente na corrente sanguínea e, assim, ser eficaz caso a pessoa seja exposta ao coronavírus. Ele frisou que não há estudos que comprovem a eficácia do remédio como prevenção. “Mas é o que se tem ouvido falar”, ressaltou.
Zinco e sistema imunológico
Apesar de o zinco ser uma substância com atuação reconhecida no funcionamento do sistema imunológico, até o momento não há consenso científico sobre seu emprego específico em pacientes com o novo coronavírus. Também não é recomendado que as pessoas façam suplementação de zinco sem orientação médica.
Cientistas refutam, ainda, a hipótese de que seria possível “aumentar” nossa imunidade e dizem que o que é possível é mantermos nosso sistema de defesa em bom funcionamento, o que já garante uma resposta efetiva à maior parte das infecções.
Para manter o sistema imunológico em dia, a ciência recomenda a prática de atividades físicas, uma dieta equilibrada, menos estresse e boas noites de sono.
Apesar disso, um sistema imunológico em bom funcionamento não é garantia de que a pessoa não irá ser infectada pelo coronavírus. Sobre isso, o Ministério da Saúde tem afirmado: “Até o momento, não há nenhum medicamento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus”.
No momento, a única estratégia eficaz para evitar a Covid-19 é, além de manter um estilo de vida saudável, manter o distanciamento social e higienizar frequentemente as mãos e evitar levá-las ao rosto, já que o vírus entra no organismo a partir da boca, dos olhos e do nariz.
Homens têm mais coronavírus
No mundo todo, a maioria dos infectados com o novo coronavírus, de fato, é homem. Não há, porém, uma explicação unânime para este fato. Alguns cientistas têm concluído que os homens são mais suscetíveis a desenvolver a forma grave da doença porque eles são maioria entre os que têm doenças como hipertensão e diabetes, que são fatores de risco para a Covid-19.

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