ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

Imagem
  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

POTIGUARES ESTÃO PREOCUPADOS COM O FIM DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

 


Com o último calendário de pagamento previsto para acabar no dia 29 de dezembro, os 1,2 milhão de potiguares beneficiados pelo auxílio emergencial se preocupam com o futuro incerto do programa, da pandemia e da economia. 

Em 2020, foram pagos cerca de R$3,6 bilhões em todo o Rio Grande do Norte, o que impactou a rotina de 40% da população, segundo dados disponibilizados no Portal da Transparência do Governo Federal. Para a ambulante Fernanda Pamela, de 34 anos, vai ser difícil manter as contas em dia sem o valor do auxílio e com a baixa do comércio. 

“Eu vejo que as coisas estão piorando de novo, mesmo o comércio funcionando e a gente vindo trabalhar, o movimento não está como antes não, as vendas estão paradas, caiu demais. E a doença está voltando, então tem risco das coisas fecharem mais uma vez. Eu acho que depois que passar as festas é o que vai acontecer mesmo, vai dar uma parada de novo, e aí sem o comércio e sem o auxílio, não dá pra ficar né? Se não renovar eu não sei não o que vai ser”, reconheceu Fernanda. 



Maria do Socorro, de 51 anos, está desempregada por conta da pandemia e faz planos para aplicar o dinheiro. “Vou receber a última parcela agora em dezembro. E depois sem o auxílio vou tentar fazer minhas vendas de cocada, tapioca, pano de prato. Vou usar a última parcela para comprar o coco, a goma e aí voltar para rua para vender”, disse ela. 

“Eu tenho a esperança de que pelo menos as coisas voltem aos valores normais que estavam antes da pandemia”, declarou Rivelino Lima, motorista por aplicativo de 35 anos. “Se a gasolina tivesse uma baixa, o gás de cozinha, a energia elétrica, a alimentação… se essas coisas baixarem um pouco o preço, ainda dá para sobreviver. Mas, com a alta nos preços e a gente sem o auxílio do governo, vai ficar difícil”, apontou. 

Mesmo com forte pressão exercida pela ala progressista e com alguns pedidos de prorrogação protocolados no Congresso Nacional, o governo federal ainda não pretende estender para 2021 o pagamento do auxílio emergencial. De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o programa só será prorrogado se houver uma 2ª onda de contágio no Brasil e for necessário fechar comércios novamente.



Notícias mais lidas na semana.

SENADO APROVA LEI DE INCENTIVO AO PRIMEIRO EMPREGO

GOVERNO DO RN SOLICITA ADIAMENTO DE UM ANO PARA CONCLUIR OBRA DA BARRAGEM DE OITICICA E ALEGA FALTA DE REPASSE

EXPORTAÇÕES DO RN FECHAM 2022 EM ALTA, COM CRESCIMENTO DE 43,1%

Postagens mais visitadas deste blog

PROMOTOR APONTA "FALHAS GRAVES" EM DIÁRIAS NA PREFEITURA DE PARNAMIRIM E RECOMENDA AUDITORIA

STF CONFIRMA QUE TRANSEXUAL PODE ALTERAR REGISTRO CIVIL SEM CIRURGIA

BOLSONARO SANCIONA LEI QUE INCLUI RN EM ZONA DE ATUAÇÃO DO CODEVASF