ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

BOLSONARO PREVÊ RETORNO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL A PARTIR DE MARÇO

 


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que a prorrogação do auxílio emergencial "está quase certa" e que o benefício deve ser liberado por mais três ou quatro meses. A data de início da nova rodada de pagamentos ainda não está definida.

A afirmação foi realizada em entrevista à TV Mirante, afiliada da TV Globo no Maranhão. Bolsonaro foi ao estado para uma cerimônia de entrega de títulos de propriedade rural na cidade de Alcântra.

“Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março. Três a quatro meses. Está sendo acertado com o Executivo e o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal", disse.


Descartada inicialmente pela equipe econômica do governo, a extensão do auxílio emergencial, é alvo de pressão de parlamentares diante do avanço de uma segunda onda de covid-19 no Brasil.  Isso porque a nova alta de casos deve postergar a recuperação econômica e do mercado de trabalho.

A proposta oficial do governo para renovar o benefício ainda é desconhecida, mas já existe uma reação negativa do mercado à possibilidade de uma nova despesa ser criada fora do teto de gastos e sem cortes de outros desembolsos como contrapartida.

"O auxílio emergencial custa caro para o Brasil, é um endividamento enorme para o Brasil. [...] Agora, não basta apenas conceder apenas mais um período de auxílio emergencial, o comércio tem que voltar a funcionar. Tem que acabar com essa história de 'fecha tudo', devemos cuidar dos idosos que tem mais comorbidades, o resto tem que trabalhar", afirmou Bolsonaro.

Ele ainda alertou para o risco de um super endividamento do país, com resultados como perda de crédito e inflação. "Aí vem o caos e ninguém quer isso aí", disse.

Fonte: G1


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