ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RAFAEL MOTTA QUER VOLTA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL, MAS É CONTRA CRIAR NOVO IMPOSTO PARA BANCAR BENEFÍCIO

 


O deputado federal Rafael Motta (PSB-RN) defende que o Governo Federal volte a pagar o auxílio emergencial, mas é contra a criação de um novo imposto para bancar a distribuição do benefício. Segundo o parlamentar, é preciso respeitar o teto de gastos e encontrar uma fonte de financiamento para o auxílio, mas elevar a carga tributária não deve ser uma opção. 

O parlamentar se soma aos que têm pressionado o governo pela volta do auxílio – que foi de R$ 600, chegando a R$ 1.200 para mães chefes de família. Rafael Motta enfatiza que o benefício é necessário especialmente agora, no momento em que o País vive um recrudescimento da pandemia de Covid-19, com média diária superior a 1 mil mortes por dia há mais de duas semanas. Mais de 234 mil brasileiros morreram desde o início da crise sanitária. 

O auxílio emergencial – que foi pago a 68 milhões de desempregados e trabalhadores informais – custou R$ 330 bilhões aos cofres públicos federais. O valor representa 10 vezes o orçamento anual do Bolsa Família. Nos últimos dias, após pressão do Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro passou a admitir a volta do benefício. Até o ano passado, ele dizia que a continuação do auxílio “quebraria” o País financeiramente. 


A equipe econômica do governo tem defendido a adoção de medidas de arrocho para compensar o gasto com o auxílio emergencial. Nos últimos dias, surgiu até a ideia de criar um imposto temporário, nos moldes da CPMF. 

A medida é necessária para que o governo não descumpra o teto de gastos. O desrespeito à regra pode levar ao cometimento de crime de responsabilidade, o que pode gerar impeachment de Bolsonaro. A menos que o Congresso dê nova autorização excepcional para os gastos, como ocorreu em 2020, o que levaria ao endividamento do Brasil e iria de encontro às expectativas do mercado. 

Para Rafael Motta, encontrar uma fonte de financiamento para a nova versão do auxílio é papel da Comissão Mista de Orçamento, que foi instalada nesta quarta-feira 10 no Congresso Nacional para discutir as receitas e despesas da União para 2021.

 “Deputados e senadores poderão se debruçar sobre as contas públicas para encontrar uma fonte de financiamento para esse socorro à população mais carente, cumprindo a regra do teto de gastos e sem a criação de novos impostos”, opinou o parlamentar.


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