ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

HIDROXICLOROQUINA POR INALAÇÃO É "EXPERIMENTAL" E SÓ PODE EM PESQUISA, DIZ CFM

 

Hidroxicloroquina por inalação é “experimental” e só pode em pesquisa. Foto: Reprodução



Em resolução publicada no Diário Oficial da União, o CFM (Conselho Federal de Medicina) define como “procedimento experimental” a inalação de hidroxicloroquina e cloroquina. Assim, fica estabelecido pela resolução 2.292/2021 que o procedimento é irregular, ilegal e antiético. 

O uso do procedimento é exclusivo para pesquisas aprovadas no CEP/Conep (Comitês de Ética em Pesquisa e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa). 

A resolução foi editada “após o CFM se debruçar sobre aventada possibilidade de a apresentação inalada desses fármacos ser uma alternativa para reduzir o risco de eventos adversos e aumentar eficácia no tratamento contra a covid-19”. 

O CFM destacou que a inalação de HCQ (hidroxicloroquina) “não é preconizada pelo fabricante, não havendo na literatura nenhuma informação sobre a eficácia e segurança aplicada por essa via, assim como dados sobre sua farmacocinética e farmacodinâmica nessa situação”. 

A administração por via aérea também se caracteriza como uso ” ‘off label’ (sem indicação na bula) da medicação, sendo necessárias pesquisas que comprovem a eficácia e segurança HCQ, assim como a dose ser aplicada”, explica o CFM. 

O Conselho lembra que cabe ao médico e ao paciente decidirem junto sobre a administração via oral da cloroquina, como preconizado no parecer 4/2020, em pacientes diagnosticados com covid-19. 

O relator da resolução, conselheiro Domingos Sávio disse que a dissolução de um comprimido de HCQ para produzir uma solução para inalação não deve ser considerada “em vista dos excipientes presentes no produto, que podem ser agressivos às vias aéreas, e da dificuldade de estabelecer as dosagens compatíveis com os limites da administração inalada”. 

As apresentações orais de hidroxicloroquina e cloroquina de diferentes fabricantes podem ter excipientes diferentes para medicamentos orais recomendada pelas agências reguladoras de medicamentos. 

Para Sávio, a nova apresentação medicamentosa para uso inalatório é um processo complexo, da competência de farmacêuticos especializados em técnica farmacêutica. 

Tal fato não deve ser ignorado pelo médico que pretende prescrever o medicamento, “pois se trata de procedimento experimental e está fora de sua competência responsabilizar-se pela qualidade, pureza e segurança de um produto experimental que foi processado por outro profissional de saúde”.



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