ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

PRESÍDIO VIABILIZOU ALIANÇA DE DOIS CHEFES DE FACÇÃO E AUMENTO DA VIOLÊNCIA NO RN

 


Muito se fala que o tráfico de drogas no Brasil é comandado de dentro dos presídios. Contudo, quando essa afirmação é feita pela autoridade policial, citando um exemplo direto, a notícia choca muito mais. E foi isso que aconteceu esta semana, quando a Polícia Civil do RN deflagrou uma operação para prender “quem já estava preso”. O detalhe é que dois dos quatro detentos não só comandavam o tráfico, como também estavam liderando uma facção criminosa, conhecida nacionalmente, de dentro da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, o pavilhão 5 de Alcaçuz. Ou seja: eram responsáveis, também, por boa parte da violência que o RN vivencia atualmente.

Outro detalhe dessa situação é que os dois foram “unidos” pelo próprio Estado. Afinal, Carlos Alexandre Martins Salviano, conhecido como “Nem da Abolição”; e Jussiê de Araújo Santos, o “Siê de Mãe Luiza”, se reencontraram dentro do presídio e, juntos, firmaram a tal aliança para liderar a facção criminosa.

Nem da Abolição foi preso em fevereiro de 2020 e tem a “fama” de ser um dos fundadores da facção criminosa conhecida como “Sindicato”, que atuavam em Mossoró e, depois, migrou para Natal e Grande Natal, segundo informações da Divisão de Combate ao Crime Organizado, a Deicor, divulgada em março deste ano. Essa “migração”, inclusive, foi viabilizada porque, mesmo preso, Nem continuou comandando o crime – e sendo alvo de operações da própria Deicor.

Por sinal, uma dessas operações da Deicor já havia deixado clara a ligação entre Nem da Abolição e Siê: foi a 6ª fase da Operação 1814, deflagrada no dia 18 de agosto desse ano, e que apontou que, mesmo preso, Nem viabilizava a venda de drogas para líderes do tráfico em diferentes bairros de Natal. Dentre eles, Siê de Mãe Luiza.

Portal 96 FM

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