ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

POR QUE DIA 28 DE JUNHO É O DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTQIA+

 


Hoje (28) de junho é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ em todo o mundo. A data faz referência a um episódio ocorrido em Nova York no final da década de 1960. Em 1969, o Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, era um dos bares gays mais conhecidos de Nova York e um ponto de encontro para eles.

Naquela época, as relações entre pessoas do mesmo sexo eram criminalizadas em quase todos os estados americanos. Em Nova York, a homossexualidade só deixou de ser considerada crime nos anos 1980. Na madrugada do dia 28 de junho, o bar, que frequentemente era alvo de batidas policiais, foi invadido pela terceira vez na mesma semana sob a alegação de que a venda de bebidas alcoólicas era proibida no local.

Funcionários e frequentadores, muitos deles travestis e drag queens, foram presos e agredidos. No entanto, dessa vez, a violenta abordagem provocou uma reação entre os presentes. Após uma noite tensa de conflitos, parte da comunidade LGBTQIA+ decidiu sair às ruas nos arredores do Stonewall Inn, demonstrando orgulho por serem quem eram e confrontando a polícia.

Essas manifestações continuaram por seis dias, mobilizando milhares de pessoas em diferentes partes da cidade. O ativismo pelos direitos LGBTQIA+ ganhou destaque público e se espalhou pelas ruas. Nos anos seguintes, a data foi lembrada em manifestações por diversas cidades do país, o que levou à primeira Marcha do Orgulho Gay em 1970 e às paradas LGBT que conhecemos atualmente ao redor do mundo.

Em 2015, o bar Stonewall Inn foi declarado monumento histórico pela Prefeitura de Nova York, e um ano depois, foi designado o primeiro monumento nacional em reconhecimento aos direitos da comunidade pelo ex-presidente Barack Obama.

No Rio Grande do Norte, em alusão ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, a Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Ig. Racial e dos D. Humanos (Semjidh) está promovendo uma série de ações para promover a visibilidade e celebrar a diversidade e ressaltar a importância da luta LGBTQII+. A programaçao é uma iniciativa da Coordenadoria de Diversidade Sexual(CODIS/Semjidh).

A abertura da programação foi realizada no dia 26 de junho, às 18h, com o Prêmio ZEZO – do orgulho LGBT Potiguar, o qual homenageou nomes do segmento LGBTI+. A proposta dessa atividade visou valorizar a comunidade LGBT, considerando os anos que lutaram pela causa. O evento aconteceu no Teatro Alberto Maranhão e reuniu cerca de 300 pessoas.

Na terça-feira (27), a programação foi na cidade de Parelhas/RN com a Audiência Pública com o tema A Valorização do Orgulho LGBTI+. Nesta quarta-feira (28) acontece o Arraiá do Centro LGBTI+, às 14h, no Centro de Cidadania LGBT e no dia 30 será realizada uma aula de dança voltada ao público LGBT, às 20h10, na academia Panobianco.

No dia 1 de julho, a partir das 19h, irá acontecer um evento de fomento as manifestações culturais e de lazer para a população LGBTI+, organizado pelo Sol e Lua Café Espaço Cultural, no Centro Esportivo e Cultural de Ceará Mirim.

Para concluir a programação, no dia 4 de julho, às 14h haverá a reunião com as entidades LGBTI+ que compõem o conselho estadual do Rio Grande do Norte de políticas públicas e direitos humanos para a construção de um plano de enfretamento a LGBTfobia a fim de garantir recursos do poder público estadual.

Governo brasileiro lança pacto para proteção das pessoas LGBTQIA+

O governo federal lançou na terça-feira (27) um conjunto de iniciativas para promoção e defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+. O anúncio ocorreu em cerimônia dedicada a marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado hoje. Uma das medidas é o pacto com “10 compromissos para proteção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+” firmado entre órgãos federais e empresas de aplicativos de transporte.

O pacto prevê campos nos aplicativos para relatar atos de discriminação e protocolos de suporte a vítimas de LGBTfobia, além de campanhas contra conteúdos LGBTfóbicos, incitação à violência e ao discurso de ódio. Outros lançamentos foram: cartilha com informações para enfrentar a violência contra mulheres LGBTs, selo dos Correios em homenagem ao “Orgulho LGBTQIA+”, edital do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para seleção de projeto e inclusão da comunidade trans e travesti no meio digital e chamamento para boas práticas de empregabilidade de pessoas LGBTQIA+.

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, destacou a importância dessa comunidade participar do processo de recuperação do país. “Há populações no Brasil que precisam fazer parte do processo de reconstrução dos nossos valores. A população LGBTQIA+ é parte fundamental do Brasil. Se o país não entender isso, não seremos um país. O orgulho LGBTQIA+ é um orgulho nacional, brasileiro”.

Para o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência de República (Secom), Paulo Pimenta, é preciso fortalecer a união e compromisso de todos na defesa da população LGBTQIA+. “[As iniciativas são] uma forma concreta de promover os direitos das pessoas LGBTQIA+. Construir um país mais inclusivo é o desafio de todos nós”.

A programação prevê ainda a iluminação do Palácio do Planalto e outros prédios públicos da Esplanada com as cores da bandeira LGBTQIA+. A cerimônia foi articulada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e o Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, além da participação de representantes dos ministérios da Justiça e Segurança Pública, das Mulheres e da Cultura.

Afinal, o que significa a sigla LGBTQIA+?

  • L = Lésbicas
    São mulheres que sentem atração afetiva/sexual pelo mesmo gênero, ou seja, outras mulheres.
  • G = Gays
    São homens que sentem atração afetiva/sexual pelo mesmo gênero, ou seja, outros homens.
  • B = Bissexuais
    Diz respeito aos homens e mulheres que sentem atração afetivo/sexual pelos gêneros masculino e feminino.
    Ainda segundo o manifesto, a bissexualidade não tem relação direta com poligamia, promiscuidade, infidelidade ou comportamento sexual inseguro. Esses comportamentos podem ser tidos por quaisquer pessoas, de quaisquer orientações sexuais.
  • T = Transgênero
    Diferentemente das letras anteriores, o T não se refere a uma orientação sexual, mas a identidades de gênero. Também chamadas de “pessoas trans”, elas podem ser transgênero (homem ou mulher), travesti (identidade feminina) ou pessoa não-binária, que se compreende além da divisão “homem e mulher”.
  • Q = Queer
    Pessoas com o gênero ‘Queer’ são aquelas que transitam entre as noções de gênero, como é o caso das drag queens. A teoria queer defende que a orientação sexual e identidade de gênero não são resultado da funcionalidade biológica, mas de uma construção social.
  • I = Intersexo
    A pessoa intersexo está entre o feminino e o masculino. As suas combinações biológicas e desenvolvimento corporal – cromossomos, genitais, hormônios, etc – não se enquadram na norma binária (masculino ou feminino).
  • A = Assexual
    Assexuais não sentem atração sexual por outras pessoas, independente do gênero. Existem diferentes níveis de assexualidade e é comum essas pessoas não verem as relações sexuais humanas como prioridade.
  • +
    O símbolo de “ mais ” no final da sigla aparece para incluir outras identidades de gênero e orientações sexuais que não se encaixam no padrão cis-heteronormativo, mas que não aparecem em destaque antes do símbolo.
  • Além dessas letras, que são as mais comuns, atualmente, há algumas correntes que indicam para uma sigla completa. É composta por: LGBTQQICAAPF2K+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Questionando, Intersexuais, Curioso, Assexuais, Aliados, Pansexuais, Polissexuais, Familiares, 2-espíritos e Kink).

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