ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

STF INICIA JULGAMERNTO, E TOFOLLI VOTA PARA PROIBIR TESE DA LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA EM CASOS DE FEMINICÍDIO NO TRIBUNAL DO JÚRI

 


O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (29) para tornar inconstitucional o uso, no tribunal do júri, do argumento da “legítima defesa da honra” em casos de feminicídio.

Toffoli apresentou o voto em julgamento, iniciado nesta quinta, de ação contra a tese. A Corte já havia decidido proibir o argumento em 2021, em julgamento virtual.

Agora, os ministros vão analisar o caso de forma definitiva.

A ação foi apresentada pelo PDT em janeiro de 2021. A sigla argumenta que são incompatíveis com a Constituição absolvições de réus pelo júri baseadas na tese da “legítima defesa da honra”, classificada como “nefasta, horrenda e anacrônica”.

A lei diz que “entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem”. Ou seja, a lei cuida da legítima defesa da vida.

Mas o argumento jurídico a legítima defesa da honra vem sendo usado nos tribunais, sobretudo a honra masculina — desde a época do Brasil colônia, quando a lei concedia ao homem o direito de matar a esposa quando flagrada em adultério. Essa tese ficou de fora da atual Constituição.

Relator da ação, Toffoli defendeu que, caso o argumento seja usado direta ou indiretamente, o ato estará passível de anulação.

“Esse tipo de argumentação [legítima defesa da honra] jamais seria levado em conta por juiz togado.”

O ministro ainda argumentou que a bancada feminina no Congresso deve propor texto para mudar a Constituição, e extinguir o tribunal do júri. Para o ministro, o instrumento reproduz o machismo dentro do sistema de Justiça.

“Já passou da hora de se extinguir o instituto do júri popular. E esse instituto é que reproduz o machismo da sociedade dentro do Judiciário”, afirmou.

Histórico

Em 2021, em julgamento virtual, a Corte decidiu suspender o uso da tese pelos advogados de réus em júri popular.

Na ocasião, os ministros consideraram que a aplicação da “legítima defesa da honra” é inconstitucional, por violar princípios como o da proteção à vida, dignidade da pessoa humana e igualdade.

No julgamento virtual, o relator, ministro Dias Toffoli, afirmou que a legítima defesa da honra é uma ferramenta “cruel”, que viola direitos previstos na Constituição.

“Para além de um argumento atécnico e extrajurídico, a legítima defesa da honra é estratagema cruel, subversivo da dignidade da pessoa humana e dos direitos à igualdade e à vida e totalmente discriminatória contra a mulher, por contribuir com a perpetuação da violência doméstica e do feminicídio no país”, declarou.

g1

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