ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

40% DA POPULAÇÃO ADULTA NO RIO GRANDE DO NORTE É DO GRUPO DE RISCO PARA COVID-19. OBESIDADE É O MAIS GRAVE


Hipertensão, diabetes, obesidade e doenças cardíacas: para as pessoas que já possuem alguma dessas condições, assim como outras doenças crônicas, os cuidados com o Coronavírus devem ser redobrados pelo elevado risco de desenvolvimento de um quadro grave da doença. De acordo com as autoridades de saúde, 82,4% das mortes já registradas no Rio Grande do Norte foram em indivíduos idosos ou com comorbidades pré-existentes. A incidência desse tipo de doença deve deixar, pelo menos, um terço da população do RN em alerta: de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, feita em 2013, 21,1% das pessoas acima de 18 anos no Estado apresentavam um quadro de obesidade, enquanto outros 18,9% têm diagnóstico para hipertensão.
Os estudos clínicos existentes até o momento apontam que tanto idosos como pessoas com alguma comorbidade têm maior risco de apresentar um quadro grave de Covid-19, com chances de evoluírem para óbito. O elevado número de pessoas com comorbidades no Estado preocupa as autoridades de saúde, que calculam que são principalmente esses grupos que podem necessitar de aparatos como respiradores e leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para receber o tratamento.
O infectologista Luís Alberto Marinho explica que, em muitos casos, as comorbidades já fragilizam o sistema imunológico dos indivíduos, e também podem facilitar inflamações, característica da Covid-19. “Há uma série de justificativas para isso, que varia de acordo com a comorbidade pré-existente do paciente. Os estudos e os dados existentes até então apontam que elas podem sim atingir pessoas jovens e ser um fator de risco também para essa faixa-etária”, diz o médico.


TRIBUNA DO NORTE

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