ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

MAIS DE 60% DOS BRASILEIROS ESTÃO SEDENTÁRIOS DURANTE A PANDEMIA, DIZ ESTUDO

 

Foto: reprodução

A principal atividade física praticada pela maior parte dos brasileiros durante a pandemia é o revezamento entre sentar-se em frente à televisão e ao computador. O tempo médio que as pessoas passaram vendo TV por dia no ano passado foi de três horas (aumento de uma hora e 20 minutos comparado a antes da pandemia). Foram mais de cinco horas diante da tela do computador, em média (uma hora e meia a mais do que antes da pandemia).

Essas são algumas das constatações divulgadas neste mês pelo Projeto Convid – Pesquisa de Comportamento – levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De acordo com o estudo feito no ano passado com 44.062 brasileiros, 62% dos entrevistados deixaram de fazer qualquer tipo de exercício durante a pandemia.

A combinação de falta de atividade física + longas horas sentado é perfeita para o desenvolvimento de uma série de problemas de saúde, alertam os especialistas. “Esses são os principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral”, alerta Cléa Simone Sabino de Souza Colombo, médica especialista em Cardiologia, Ergometria e Reabilitação pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Muitos estudos laborais demonstraram também que o risco da diminuição da expectativa de vida é proporcional ao tempo que a pessoa passa sentada.

Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e publicado no British Journal of Sports Medicine analisou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 54 países sobre o tempo médio que as pessoas permaneciam sentadas. A conclusão foi que até 4% das mortes no mundo poderiam ser evitadas se os indivíduos se movimentassem mais e ficassem três horas a menos na mesma posição.

Outro trabalho, publicado na revista médica britânica “The Lancet”, mostrou que ficar sentado durante oito horas por dia aumenta em 10% o risco de morte. De acordo com os autores, para cada oito horas sentado, é necessário praticar entre 60 e 75 minutos de atividade física para evitar os efeitos negativos da vida sedentária.

CNN Brasil

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