ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

CUSTO DO CAFEZINHO CORRESPONDE A 10% DO VALOR DA REFEIÇÃO DO BRASILEIRO, APONTA LEVANTAMENTO

 


Um dos maiores hábitos dos brasileiros, o cafezinho após o almoço, corresponde a 10% do valor de uma refeição completa, a R$ 40,64, que, além do café, inclui o prato, a bebida e a sobremesa. O dado é da Pesquisa +Valor, realizada pela Ticket, marca de benefícios de alimentação e refeição da Edenred Brasil, com cerca de 4,5 mil estabelecimentos de alimentação nas cinco regiões do País. 

De acordo com a média nacional, a bebida tem sido encontrada a um preço médio de R$ 4,23, um aumento de 24% em comparação com o valor de cinco anos atrás. Em 2018, a xícara de café custava em torno de R$ 3,40. Mesmo com o incremento, o valor da bebida cresceu abaixo da inflação. O preço de cinco anos atrás corrigido de acordo com o IPCA seria de R$ 5,91. Esse avanço nos gastos acompanha as altas do setor cafeeiro. De acordo com dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços do café moído subiram 56,87% para o consumidor no acumulado de 12 meses até janeiro deste ano.  

Na análise por região, o Norte se destaca com a maior participação do café no valor total da refeição (R$ 36,14): 13%, com a bebida a um preço médio de R$ 4,71. Na sequência, o Sul com o cafezinho a R$ 4,08, que corresponde a 11% do valor do prato a R$ 36,97. Em terceiro lugar, o Nordeste apresenta a bebida a um valor médio de R$ 4,30, ou 10.6% do preço da refeição, que está em R$ 40,28. O café no Sudeste, por sua vez, corresponde a 10% do valor total: R$ 4,34 de R$ 42,83. Por fim, o Centro-Oeste é a região em que a bebida tem a menor participação no preço da refeição completa (R$ 34,20): 8.8%, a um valor médio de R$ 3,03.

Quando o estudo é realizado por tipo de serviço, o cafezinho que completa o prato Comercial, a R$ 3,94 é o que apresenta maior participação (12.8%) no valor total da refeição, que tem preço médio de R$ 30,59. Já no Autosserviço, cujo prato custa, em média, R$ 35,91, a bebida corresponde a 12.3% do valor (R$ 4,43). No A La Carte, que tem preço médio de R$ 64,83, o café representa uma fatia de 8.7%, a um custo de R$ 5,66. No prato Executivo, por sua vez, que apresenta o valor médio de R$ 50,23, a bebida corresponde a 8.1%, com o preço de R$ 5,08.

“A Pesquisa +Valor oferece informação às empresas para que possam avaliar o valor do benefício concedido aos seus empregados, contribuindo para a nutrição equilibrada dos trabalhadores por facilitar e proporcionar, por meio do benefício, o acesso à alimentação de qualidade. A iniciativa vai ao encontro do objetivo da Ticket, que há mais de 45 anos mantém-se comprometida com iniciativas que visam o bem-estar e a melhora da qualidade de vida e saúde dos trabalhadores”, avalia Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

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