ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

NORDESTE TEM MAIOR ALTA DE CONSUMO DE ELETRICIDADE NO SETOR COMERCIAL E DE SERVIÇOS

 


O Nordeste foi a região com maior variação na taxa de consumo de energia elétrica no setor de comércio e serviços no segundo trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período em 2020. O aumento foi de 20,8%, sendo de 5,9% em todo o primeiro semestre.

A região mais próxima disso foi a Norte, com crescimento de 20,4%. Depois aparecem Sul (15,6%), Sudeste (14,2%) e Centro-Oeste (13,8%). Os dados são do Boletim Trimestral da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e indicam que o aumento de consumo em todo o país foi de 15,9% na classe comercial.

De acordo com o relatório, o alto crescimento se deve, em parte, pela baixa base de comparação, já que o segundo trimestre de 2020 foi o período mais afetado pela pandemia de covid-19.

A pesquisa também explica que a atividade econômica cresceu em neste ano e que o consumo de energia se relaciona com essa retomada.

Residências

O consumo residencial cresceu em 4,8% no segundo trimestre em todo o Brasil, sendo de 6,1% no Norte, 5,9% no Centro-Oeste, 5,8% no sudeste, 3,8% no Sul e 2,5% no Nordeste.

Segundo a EPE, esse comportamento continua sendo influenciado pelo maior tempo de permanência das pessoas em suas casas por causa da pandemia. A pesquisa também arrisca dizer que o índice é influenciado pelo aumento da posse de eletrodomésticos ao longo de 2020, sob efeitos da concessão de auxílio emergencial.

Nesse período o consumo das famílias aumentou em 11%, mas o número também é afetado pela baixa base de comparação após uma queda de 12,2%.

“Cabe destacar que o comportamento das famílias segue afetado negativamente pelo mercado de trabalho ainda enfraquecido e pela maior inflação, que deteriora o poder de compra dos indivíduos”, diz o relatório.

Agência Saiba Mais

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