ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

ESTUDO DA FGV DIZ QUE A CADA 10% DA DESONERAÇÃO DA FOLHA HÁ AUMENTO DE 3,4% NOS EMPREGOS

 


A cada 10% de desoneração da folha de pagamento, estima-se um aumento de 3,4% dos empregos formais. A conclusão é de um estudo de 2021 da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base em números do então Ministério da Economia. O levantamento do governo federal analisou o impacto da redução de custos trabalhistas na geração de postos de trabalho.

O benefício sobre a folha de pagamento, que abrange os 17 setores da economia que mais empregam, está previsto para terminar em dezembro deste ano, mas um projeto de lei — que deve ser votado pela Câmara nesta terça-feira (29) — pode prorrogar o prazo até o fim de 2027.

A desoneração possibilita ao empregador optar por substituir a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta da empresa. Em vez de o empresário recolher 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado ao se aplicar um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, a depender do setor.

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

O estudo da FGV revela que os setores desonerados apresentaram maior possibilidade de contratação de trabalhadores. Isso porque a desoneração afetou a probabilidade de ingresso no mercado de trabalho em cerca de 3%. Os 17 setores desonerados respondem por 8,93 milhões de vagas de trabalho, o que representa 17,1% do total de empregos formais no Brasil.

“A desoneração da folha de salários não é apenas uma medida de sustentação de emprego direto e formal. É uma medida mais ampla, de estabilização do mercado de trabalho como um todo, de geração de receitas para a seguridade social e de garantia de emprego de trabalhadores em outros setores, mesmo naqueles setores não beneficiados”, destaca o estudo.

O levantamento mostra também como o valor que o governo federal deixa de arrecadar auxilia na manutenção de postos de trabalho. “A renúncia fiscal [de 2020 e 2021] ajudou a sustentar empregos em setores econômicos que empregam direta e formalmente mais de 8 milhões de trabalhadores e, incluindo empregos indiretos e induzidos, cerca de 32 milhões de trabalhadores”, escrevem os pesquisadores.

Ainda de acordo com o estudo, a desoneração é positiva para amenizar a degradação dos empregos. “Em uma inspeção entre os setores que foram desonerados, nossa avaliação indica que a desoneração da folha de salários contribuiu para mitigar a deterioração do mercado de trabalho e, assim, subsidiar a sustentação mínima do emprego formal e da renda dos trabalhadores”, concluiu.

Entenda

O objetivo da desoneração é aliviar parcialmente a carga tributária. A medida está em vigor desde 2011, e o projeto de lei prevê a manutenção do regime fiscal até 2027. A matéria foi aprovada pelo Senado em junho.

São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carrocerias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Criada para estimular a geração e a manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagar alíquotas sobre a receita bruta, e não sobre as folhas de pagamento.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

R7

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