ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

GRIPE AVIÁRIA: POR QUE O VÍRUS H5N1 PREOCUPA CIENTISTAS E PODE VIRAR PANDEMIA

 


O vírus da influenza H5N1 ganhou as manchetes nos últimos meses devido ao aumento no número de mortes - ou abatimentos - de animais após o contato com o agente infeccioso. A confirmação de um caso da infecção em um ser humano, no Chile também causou preocupação. Trata-se do primeiro caso da doença em pessoas registrado na América Latina e no Caribe, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em março, a autoridade de saúde publicou um alerta epidemiológico sobre surtos de influenza aviária causados pelo H5N1 na Região das Américas. No documento, a entidade reitera orientações sobre vigilância e diagnóstico, além de recomendar o fortalecimento da vigilância de doenças respiratórias em populações animais e humanas e da preparação para a pandemia de influenza.

A propagação de surtos de influenza aviária no mundo, a confirmação da primeira infecção humana na região da América Latina o aumento de casos em mamíferos gerou um alerta em agências de saúde e pesquisadores do mundo inteiro devido à capacidade de o vírus ser transmitido de uma pessoa para outra.

O fato de o vírus entrar em contato com aves e mamíferos ajuda na mutação que ele sofre para se adaptar ao corpo de cada animal. Além disso, o aumento do número de mamíferos infectados é um alerta sobre essa adaptação, já que o corpo humano está mais próximo do mamífero do que das aves.

Segundo informações da OMS, a taxa de letalidade da doença é de 53%. De 2003 a 26 de janeiro de 2023, 868 casos humanos de infecção por influenza A (H5N1) e 457 óbitos foram registrados em todo o mundo, em 21 países.

O GLOBO

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