ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

MERCADO DE TRABALHO NO RN: TAXA DE INFORMALIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA CHEGA A 61,3% NO ESTADO

 


Em 2022, o total de pessoas com deficiência com idade de trabalhar no RN era cerca de 324 mil, sendo que 191 eram mulheres e 133 mil eram homens. Porém, as pessoas com deficiência que estavam de fato na força de trabalho representaram cerca de 85 mil pessoas sendo 47 mil de mulheres e 38 mil de homens, enquanto um pouco mais de 239 mil pessoas com deficiência estavam fora da força de trabalho no estado (95 mil eram homens e 144 mil mulheres).

Dentre as pessoas com deficiência, a diferença na participação segundo o sexo ocorre. A diferença entre a taxa de participação da força de trabalho entre homens e mulheres sem deficiência foi de 23 p.p. e, entre homens e mulheres com deficiência de 4,1 p.p..

Seguindo a mesma análise da força de trabalho, porém em relação a cor ou raça, estimou-se que, no RN, as taxas de participação das pessoas com deficiência pretas e pardas foram de 20,2% e 30%, respectivamente, enquanto as pessoas com deficiência brancas registraram 23,1%. Avaliando para as pessoas sem deficiência, essa taxa foi de 54,4% (pardas), 59,6% (brancas) e 62,8% (pretas).

A faixa etária das pessoas com deficiência com a maior taxa de participação da força de trabalho ocorreu entre as pessoas de 30 a 49 anos (50,3%). As pessoas de 14 a 29 anos registraram taxa de 25,5%, enquanto o grupo de 50 a 59 anos alcançou cerca de 39%, já os idosos (60 anos ou mais de idade), apenas 10,7%.

Cerca de 1,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Norte estavam ocupadas em 2022, sendo que 78 mil dessas eram pessoas com deficiência. Entre as pessoas ocupadas de 14 a 59 anos de idade, em relação ao sexo, 532 mil eram mulheres, das quais 35 mil com deficiência. O contingente de homens ocupados na mesma faixa etária foi de 764 mil, sendo 26 mil desses, homens com deficiência.

O nível de ocupação dos homens com deficiência no estado foi de 25,7%, enquanto para os homens sem deficiência este indicador foi de 62,4%, uma diferença ao redor de 37 p.p.. Já entre as mulheres, a diferença do nível da ocupação em relação a existência de deficiência foi menor, 17 p.p., mas ainda numa amplitude significativa. O nível da ocupação das mulheres com deficiência foi de 23% e das sem deficiência, 40%.

Quanto a cor ou raça, o nível da ocupação das pessoas sem deficiência foi consideravelmente superior ao das pessoas com deficiência, sendo que, entre as pessoas sem deficiência pretas (57%) foi cerca de 3 vezes superior ao das pessoas com deficiência pretas (18,9%).

Para as pessoas com deficiência do Rio Grande do Norte, o aspecto informal das ocupações atingiu uma taxa de 61,3% em 2022, enquanto as pessoas sem deficiência tiveram o percentual de 42,9%, uma diferença de cerca de 18,4 p.p.. A diferença da taxa de informalidade entre as mulheres com (61,1%) e sem (39,6%) deficiência foi de 21,5 p.p.

Rendimento do trabalho das pessoas com deficiência

 O rendimento médio real habitualmente recebido por mês relativo ao trabalho principal foi de R$ 1897,00, no RN, todavia para as pessoas com deficiência o rendimento era equivalente a R$ 1373,00, enquanto o rendimento do trabalho principal das pessoas sem deficiência era de R$ 1926,00. Considerando a existência de deficiência e o sexo das pessoas, os homens com deficiência, cujo rendimento médio mensal do trabalho principal foi de R$ 1312,00, receberam cerca de R$ 750,00 a menos que os homens sem deficiência. Essa diferença entre as mulheres com e sem deficiência foi menos acentuada, visto que o rendimento médio mensal do trabalho principal das mulheres com deficiência foi de R$ 1424,00 e os das sem deficiência, R$ 1724,00.

Ao realizar o recorte por cor ou raça, as pessoas com deficiência pretas tiveram rendimento médio mensal do trabalho principal R$ 190,00 abaixo do rendimento das pessoas com deficiência brancas. Comparando os rendimentos do trabalho principal entre as pessoas com deficiência pardas e brancas, observou-se que as de cor parda receberam R$ 283,00 a menos que as de cor branca.  

Contrapondo diretamente as pessoas com e sem deficiência, de acordo com a sua cor ou raça, pessoas sem deficiência brancas tiveram rendimento real médio mensal do trabalho principal de R$ 2217,00 e, as com deficiência, R$ 1557,00, ou seja, R$ 660,00 a menos. Entre as pessoas pretas, as com deficiência registraram rendimento do trabalho principal de R$ 1467,00 e os que não tinham deficiência, R$ 2042,00. Já entre os pardos esta diferença foi de R$ 419,00.

No Rio Grande do Norte, pessoas com deficiência e sem instrução ou aquelas com fundamental incompleto tiveram rendimento médio abaixo do valor do salário-mínimo vigente no período, R$ 832,00.  Comparadas as pessoas com e sem deficiência com nível superior, percebeu-se que a existência de deficiência refletiu negativamente na remuneração das pessoas, à medida que o rendimento das pessoas com deficiência foi de R$ 1286,00 a menos.

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