ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

MINISTÉRIO PÚBLICO TEM 82% DE PROCURADORES E PROMOTORES BRANCOS; SÓ 16% SÃO NEGROS, DIZ PESQUISA

 


Pessoas brancas são a ampla maioria (82%) entre os mais de 13 mil procuradores e promotores que compõem o Ministério Público brasileiro.

Já o número de profissionais negros representa apenas 16% do total.

Os dados de uma pesquisa étnico-racial realizada pelo Conselho Nacional do Ministério Público em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

A conclusão geral do levantamento é a de que há desigualdades de gênero e raça em todas as posições de trabalho existentes no MP.

A situação é mais evidente nos cargos mais altos, de promotores e procuradores, e também quando há um cruzamento por gênero.

De acordo com a pesquisa, há apenas 81 mulheres negras que ocupam essas funções entre as cerca de 5.000 procuradores e promotoras de Justiça que atuam no MP.

Dados do Ministério Público

As pessoas brancas são maioria também entre os servidores (65%), contra 30,1% de negros.

A maior presença de negros está no grupo de estagiários: são 32,3%, contra 58,1% de brancos.

Um número ainda assim bem abaixo da população negra no Brasil, que representa 56% do total.

As mulheres são maioria nos dois grupos: elas representam 67% dos estagiários, e 53,1% dos servidores.

O objetivo da pesquisa, segundo o MP, é mapear o perfil dos trabalhadores da instituição e detectar desigualdades para que possam ser desenvolvidas medidas a fim de combatê-las.

“O mapa étnico-racial ora apresentado é uma das mais importantes conquistas do Ministério Público dos últimos 10 anos.

Conseguimos entregar a sociedade um conjunto de dados para que sejam tomadas medidas efetivas de igualdade étnica e racial“, afirma Otavio Luiz Rodrigues Jr., do Conselho Nacional do Ministério Público.

MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

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