ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

AMAZÔNIA TEM DESMATAMENTO RECORDE EM OUTUBRO

 


A área desmatada na Amazônia em outubro deste ano foi de 903,86 km². O número é o mais alto já registrado pelo Deter, programa do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), com início em 2015. Na última sexta 4, o número parcial, atualizado até 28 de outubro, era de 813,2 km², mas a expectativa era de que a área desmatada ainda poderia aumentar.

O recorde de desmatamento para o outubro torna-se público em meio à participação do Brasil na COP27, a conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mudanças climáticas. Na segunda 7, o país ficou de fora da Parceria de Líderes para Floresta e Clima.

A iniciativa conta com 26 países, alguns deles amazônicos, como Colômbia e Equador, e a União Europeia. O Itamaraty justificou a ausência afirmando, em nota, que há foros com melhor formato para “tratar das necessidades dos países em desenvolvimento”. O Brasil lidera a derrubada de florestas.

Espera-se para breve também a divulgação da taxa Prodes de desmatamento, o programa do Inpe que mede o desmate anual no bioma. No ano passado, o dado do Prodes já estava disponível durante a COP26, mas só foi divulgado pelo governo Bolsonaro depois do evento.

A taxa de outubro do ano passado, também recorde, foi publicada durante a participação do Brasil na COP de Glasgow, mas o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, disse, à época, desconhecer os dados. O Deter não tem o objetivo de medir desmatamento, mas, sim, de auxiliar políticas públicas de combate ao desmate. Porém, a partir dos seus dados é possível observar tendências de destruição. No entanto, as taxas altas registradas pelo Deter podem indicar que o Prodes também vai publicar dados altos.

Todos os maiores números mensais de desmatamento registrados pelo Deter até outubro deste ano ocorreram sob a administração de Bolsonaro.

Os dados do histórico recente têm início em 2015, quando houve uma atualização nos sensores do programa Deter que impossibilita uma comparação adequada com anos anteriores, onde havia uma precisão inferior.

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