ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

STF FORMA MAIORIA PARA SUSPENDER MP QUE ADIA BENEFÍCIOS AO SETOR CULTURAL

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira, 8, para suspender a medida provisória (MP) editada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) que adia o pagamento de benefícios ao setor cultural.

A relatora, ministra Cármen Lúcia, concedeu a medida cautelar no último sábado, 6. A decisão foi submetida ao plenário virtual hoje. Até o momento, a ministra foi seguida pela ministra Rosa Weber, presidente da Corte, e pelos ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Faltam votar os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Kássio Nunes Marques e André Mendonça.

Os benefícios estavam previstos nas leis Paulo Gustavo, do Perse e Aldir Blanc 2, que tem como objetivo suprir carências sofridas pelo setor cultural na pandemia. Bolsonaro chegou a vetá-las, mas o Congresso derrubou os vetos e as leis foram promulgadas.

A ação foi ingressada pela Rede Sustentabilidade, que alegou que a MP é inconstitucional por sobrepor “a vontade unilateral do presidente da República” ao que já foi deliberado pelo Congresso

O partido também argumentou que a edição de medidas provisórias exige requisitos de relevância e urgência, que não teriam sido preenchidos. “Quando quis soltar o orçamento para reduzir sua rejeição pensando na tentativa de reeleição, tudo podia ser feito”, apontou a legenda.

A MP postergou o pagamento para 2023, no caso da lei Paulo Gustavo, e para 2024, no caso das leis do Perse e Aldir Blanc 2. Para Cármen Lúcia, o adiamento “esvazia” a finalidade das normas e “acarretaria maiores e irreparáveis danos àquele segmento social, cultural e econômico”. Também apontou que a MP burlou “a livre atuação do Parlamento”.

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